7 de dezembro de 2011

8 de novembro de 2011

Pearl Jam - Show do ano?





Fiquei pensando desde quinta-feira-passada, logo depois que saí do Morumbi, como iria transmitir aos leitores do Blog a minha experiência com o Show do Pearl Jam. Quando li a coluna do Jotabê Medeiros, no “Estadão” vi exatamente o que eu gostaria de ter escrito. Portanto, repasso a coluna na íntegra para que vocês possam entender (pelo menos um pouco), do que foi o espetacular show de 03/11/11 no Morumbi.


“As imagens na tela sempre em branco e preto, como a reafirmar a essencialidade da cultura noir, da arte sem afetação ou efeitos milionários. Mas não se tratava de um filme, era o telão do show do Pearl Jam no Morumbi, e o que se viu foi também tão fundamental quanto um livro de Raymond Chandler ou um filme de John Huston.

Cerca de 50 mil pessoas viram o concerto de quinta, e na saída do estádio umas 100 pessoas já dormiam na porta para o show de sexta. Pela primeira vez na vida, é possível pensar que a vigília estava coberta de razão. Foi um show antológico.

Abrindo com Release (última faixa de seu disco de estréia, Ten, de 1991), às 21:15, o Pearl Jam conduziu uma cascata de som quase sem pausa, 26 músicas tocadas e cantadas com entrega total de seus integrantes. O grupo não só ilustrou a formidável resistência do rock básico em duas décadas de estrada, mas também fez um tributo ao despojamento e sinceridade do punk rock, tocando Come Back em homenagem a Joey Ramone e, na seqüência, tocando I Believe In Miracles, do próprio Ramones, com uma abordagem reverente, quase religiosa.

O Pearl Jam fez do show um tipo de manifesto da sua crença musical. O punk rock esteve presente o tempo todo, fosse na execução de um originador do gênero, Neil Young (na clássica Rockin’ In A Free World); na abertura do concerto com o grupo californiano histórico X, referência do gênero; e até no formato ultra básico de uma novíssima canção, Olé (que vai entrar em álbum de 2012).

Eddie Vedder parece que elevou o berro a uma espécie de categoria melódica. Sua entrega em cena, mais o auxílio luxuoso de uma guitarra barroca, a de Mike McCready (verdadeira estrada almofadada atravessando uma montanha rochosa), alucinaram a noite gelada da paulicéia. “Felizes por estar em São Paulo. Obrigado por nos trazer de volta. Vocês estar bem aí?”, disse Vedder, em português. O show foi muito mais energético e vertiginoso do que o último que a banda fez no país, em 2005 (naquela ocasião, tocaram 28 músicas). Em dado momento, Vedder pediu para ver o público e as luzes se acenderam, e ele pediu por segurança para todos.

No Morumbi, o primeiro coro coletivo, imenso e hipnótico, foi quando a banda tocou Even Flow.

Os hits são muitos, apesar de o Pearl Jam nunca ter sido uma banda de refrões fáceis e radiofônicos: Do The Evolution, Black, Comatose, The Fixer. Just Breathe fez as meninas se esgoelarem. Apesar do set list estenso, houve quem reclamasse da ausência de Yellow Ledbetter.

Há uma tentativa exacerbada na música do Pearl Jam, um esforço romântico clássico, de se colocar o sentimento acima das limitações da vida cotidiana. Essa capacidade transgressiva sobrevive intacta na voz de Vedder, um sujeito que furou a bolha do rock system e foi em busca da verdade da música, gravando inclusive com o paquistanês Nusrat Fateh Ali Khan.
No segundo bis, era possível ver Vedder pendurado numa das beiradas do palco, pendendo pelo braço como se estivesse andando de bonde, e fitando o público demoradamente, Vindo do grunge, esse cara aprendeu como manter a alma aquecida em cima de um palco. Coisa rara.”

Abraços a todos.

30 de outubro de 2011

Eric Clapton - Me and Mr. Johnson


É impossível não “superenfatizar” a importância da contribuição do Cantor-Guitarrista-Compositor Robert Johnson para o Blues. O mesmo pode ser dito de Eric Clapton, um dos mas dedicados intérpretes de Mr. Johnson. Desde seu trabalho com John Mayall e seus Bluesbrakers até o Cream e os dias de hoje, Clapton tem atraído mais atenção para a música de Robert Johnson do que qualquer outro músico vivo. Uma década depois de seu álbum full Blues “From The Cradle” (que já tinha material de Johnson), Clapton entra de cabeça no catálogo de músicas de seu ídolo, cantando 14 músicas de Robert.

Com uma banda de veteranos despojados que inclui companheiros de muito tempo como o baterista Steve Gadd, o tecladista Billy Preston e o ás da gaita Jerry Portnoy, Clapton ataca essas músicas com paixão, inteligência e uma aura refrescante de blues-rock.

Do salto upbeat de “32-20 Blues” e “They’re Red Hot” para as lentas "Little Queen of Spades" e "Milkcow's Calf Blues", Clapton se sai bem, deixando de lado sua inclinação para arranjos que reforçam as tendências cruas de Robert Johnson, embora não pareça muito assustado em andar ao lado de Lúcifer em “Me and The Devil Blues”!

Esse álbum é sim, um admirável retorno às suas origens, retorno aliás, que esperemos que traga mais audiência para o grande de Mr. Robert Johnson.

Espero que gostem!




23 de outubro de 2011

Confraria do Rock - 09/10/2011



E eis que a última reunião da nossa "Black Dog" foi bem legal. Tecnológica por assim dizer... Google Earth para tirar dúvidas geográficas, Wikipedia para esclarecer fatos históricos e computador do lado da mesa e ligado no som para mudar mais fácil de música, assim o acesso a diferentes artistas fica mais fácil!!! Claro, a comida tava bem gostosa e a cerveja tava bem gelada!!! Assistimos boa parte da reprise do show do Metallica no Rock in Rio e demos ótimas risadas!!!!

Vamos que vamos...

4 de outubro de 2011



Completando a série de "Blues desconhecidos, porém muito bons", aqui fica o link para esse ótimo CD que homenageia o grande Muddy Waters, sem dúvida, grande influência para esse excelente "Bluesman", Willie Buck e seus companheiros de álbum.

Comprei esse CD no show do Sesc já mencionado antes.
Difícil de achar.
Portanto, aproveitem!!!

29 de setembro de 2011

Willie Buck - The Life I Love


Apesar de ter liderado suas próprias bandas em Chicago por mais de 40 anos com alguns dos melhores músicos da cidade, esse homem nativo de Houston, Mississippi é relativamente desconhecido em nível nacional.

O álbum “The Life I Love”, com 5 bônus tracks ao vivo, gravadas em 1984 num bar em Chicago é uma regravação do único LP original “I Wanna Be Loved”, que saiu em 1980.

Como todo excepcional cantor de Blues, Buck usa a paciência e a convicção nas letras para contar uma história convincente. Os companheiros de banda “primeira-classe” no disco incluem os lendários Meyers brothers -- Louis na guitarra e Dave no baixo – o guitarrista John Primer, o pianista Johnny "Big Moose" Walker e Little Mack Simmons na harmônica.

“The Life I Love” é um baú do tesouro do Blues!!!

25 de setembro de 2011

Esse álbum tem a participação do guitarrista argentino Quique Gómez e do Vocal/Harmonica J. L. Pardo, os mesmos que participaram do show com Willie Buck no SESC na última quinta. E, lógico, a grande voz de Lorenzo Thompson!

"Bluzão" de categoria! Gostei bastante.

Destaque para a qualidade da gravação.

Espero que curtam!!

www.megaupload.com/?d=S7U2Z800

23 de setembro de 2011

Willie Buck - 75 anos do mais original Blues!!!



Pela primeira vez, ontem, assisti a um Bluesman original, de Chicago, USA. E tem diferença. Parece que a voz dele tem um peso diferente, uma responsabilidade em levar o Blues original adiante. Além da grande voz, grande presença de palco e uma simplicidade incrível. 

Acompanhado por excelentes músicos -
Voz e Harmonica de J. L. Pardo (Espanha), Guitarra e vocal de Quique Gomez (Argentina), Guitarra e vocal de Neto Rockfeller (Blues the Ville - BR), Danilo Hansen na Bateria e Coxa no baixo (ambos da Blues the Ville) - fizeram um show para ninguém botar defeito.

Ponto pro SESC, por mais uma vez oferecer música dessa qualidade e de graça!

Primeiríssima qualidade. Logo mais, vou postar algumas coisas bem interessantes para download!!!

E que venha o final de semana!!!

Abraços a todos!!!


19 de setembro de 2011

O Grande encontro!


Acho que esse blog merecia essa foto publicada já há algum tempo.
O Encontro foi incrível!!!!
Qualquer hora conto os detalhes!!!!
Boa semana para todos.

10 de setembro de 2011

Chickenfoot - Reunião de gente de peso!!!


Seguindo a tendência atual, o Chickenfoot é a reunião de ninguém menos que Sammy Hagar nos vocais, Joe Satriani na Guitarra (claro né...), Michael Anthony (Ex Van Halen) no baixo e Chad Smith (sim, do Red Hot) na bateria.

Surgiu de reuniões entre Sammy Hagar, Michael Anthony e Chad Smith no clube/boate/ cantina “Cabo Wabo”, localizado no México e cujo dono é o próprio Sammy Hagar. Nessas reuniões, só por diversão, os músicos notaram que havia uma certa química entre eles (milionários, tocam e cantam pra caráleo, se não houver química...). Segundo Hagar, as pessoas o perguntavam se eles sairiam em turnê ou gravariam um disco e o vocalista respondia que se tivessem que fazer isso, teriam que chamar um grande guitarrista. A partir desse momento que Joe Satriani entra na história da nova banda.

A princípio, o nome Chickenfoot seria algo provisório. Porém, Hagar e os outros membros decidiram mantê-lo por acreditarem que mesmo mudando, todos continuariam a se referir a eles pelo nome antigo. Após Joe aceitar o convite, a banda passou a trabalhar em seu álbum homônimo, que foi lançado meses depois em 5 de junho de 2009, com onze faixas.

Fica aqui o link para que conheçam o trabalho da galera!!!

Vale a pena!

Um abraço e um bom fim de semana.

21 de agosto de 2011

Lugar "VIP" na coleção - Fica a dica.

Em 1987, o Violeta de Outono debutava na RCA, com um LP que levava apenas o nome do trio. Na década de 90, Fabio Golfetti conseguiu junto à gravadora, autorização para relançar esse e o segundo LP, Em Toda Parte, em CD, num formato 2 em 1.
Essencial por preencher uma lacuna do rock nacional, a edição 2 em 1, no entanto, não teve o apuro técnico que Fabio tanto desejava. E foram necessários mais de 20 anos para que ele pudesse ver seu sonho se realizar.

Desde 2006, ele acertava os últimos detalhes para um lançamento caprichado dos dois primeiros discos do trio, hoje quarteto. E não foi apenas o som que melhorou muito. Para essas edições, a Voiceprint optou em fazer no formato mini-LP, especialidade dos japoneses, copiando a arte gráfica de capa, contra-capa, encarte. E o som...

Bem, o som é algo de fazer o fã se ajoelhar e agradecer a Fabio por ter conseguido os masters originais com a RCA. Ele mesmo ressaltou a diferença de som que teria em uma entrevista que fiz com ele em 2006. Aliás, veja o que falou sobre os relançamentos: "Já estão comigo as masters originais de 16 e 24 canais gravadas nos estúdios da RCA, agora é apenas uma questão de disponibilidade para mergulhar nas mixagens que sei que vai dar um bom trabalho, mas acredite, não comecei ainda, pois fico contemplando maravilhado aquelas gravações. Como se gravava bem naquele estúdio! Aquele equipamento analógico de primeira... eles tinham mesa NEVE, gravadores Studer, Ampex e os melhores microfones do mundo. A idéia é lançar os 2 LPs em CDs separados com os respectivos bônus, que são faixas inacabadas, que gravamos, mas não entraram nos LPs. Também faremos as capas originais com o máximo de informação que conseguirmos lembrar."

Além das nove faixas clássicas, o disco trouxe quatro extras: as instrumentais "Noite Escura", "Caminho" "OM Voice" e a cover dos Rolling Stones, "2000 Light Years From Home". Toda a essência do Violeta está aí, intacta, mas com uma pureza que não foi possível encontrar na edição 2 em 1. Ouça com cuidado em um fone de ouvido e perceba as nuances de voz e instrumentos em "Declínio de Maio", por exemplo, e compare com a edição anterior. Fabio teve o extremo cuidado na remixagem e na masterização do disco, feitas no estúdio Seven Keys, em São Paulo, em março de 2007. Segundo ele, "tudo que você ouve no CD estava no tape original, porém, na mixagem ou foi limado ou mixado muito baixo." E ele avisa: "No Em Toda Parte a diferença será mais brutal". Que os fãs se considerem avisados.

Esse primeiro disco será acompanhado do lançamento de Em Toda Parte, por volta do dia 20 de junho. Fabio promete ainda relançar, em breve, o lendário EP de 1986, da Wop-Bop, onde tudo começou. Há também um belo texto, em inglês, de René Ferri, ex-proprietário da Wop-Bop.

O CD pode ser encomendado no site da banda, por R$ 29,90. Uma obra-prima atemporal e obrigatória os amantes da boa música.

Violeta de Outono - Violeta de Outono (1987)*


Num porão do bairro de Pinheiros - São Paulo, em março de 1984 foi formada por Fabio Golfetti, Claudio Souza (ex-membros da primeira formação da banda Zero) e Angelo Pastorello o Violeta de Outono. O som foi um resultado da integração do rock psicodélico/progressivo e elementos de arte contemporânea como a arquitetura e artes visuais. Em novembo de 1985 num pequeno gravador de dois canais é registrada a primeira demo-tape contendo ‘Outono’, ‘Dia Eterno’, Declínio De Maio’ e ‘Reflexos Da Noite’. No dia 12 dezembro deste mesmo ano acontece a primeira apresentação ao vivo do Violeta De Outono, banda convidada para abrir para a banda Sotaque (Dialect) no teatro Lira Paulistana, em São Paulo. Em 1986 a loja especializada Wop Bop cria seu próprio selo independente e convida Violeta De Outono para inaugurá-lo, gravando seu primeiro vinil.

Em julho de 86 começa às gravações com o selo Wop Bop no estúdio Country Produções e em setembro é o lançamento do EP ‘Violeta De Outono’, gravado em 8 canais; o disco surge como uma marca definitiva da sonoridade da banda. Para o lançamento de seu primeiro disco, a banda excursiona em São Paulo e Rio de Janeiro; também toca no show do Ira!, ‘Vivendo e não Aprendendo’, na Praça do Relógio, na USP, para aproximadamente 10.000 pessoas. Um novo selo está surgindo no mercado fonográfico neste ano e Violeta De Outono mais uma vez é convidado para fazer a estréia, dessa vez o selo Plug, da BMG-Ariola, dedicado exclusivamente ao rock alternativo. Enquanto isso, a banda viaja pelo estado de SP, se apresenta de novo no Rio de Janeiro e marca presença na cidade de São Paulo com uma série de shows no SESC Pompéia. Em 1987 o Violeta De Outono fica em segundo lugar, de acordo com a crítica e em primeiro, na votação dos leitores da revista Bizz, e é considerada a Banda Revelação de 1986 e recebe o prêmio num evento que lotou o Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro ao lado do The Cure, Titãs e IRA!.

Em março e maio de 1987 é o início das gravações nos estúdios da BMG-Ariola (RCA na época), em São Paulo e em julho o LP ‘Violeta De Outono’chega às lojas, registrando o repertório que estava sendo apresentado em muitas apresentações da banda desde o início, além da regravação de ‘Outono’ e da consagrada cover ‘Tomorrow Never Knows’, dos Beatles. No Observatório Nacional, no Rio de Janeiro, é gravado o videoclipe ‘Dia Eterno’. O novo álbum é lançado com shows em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Em 12 de dezembro, com a transmissão de uma apresentação ao vivo nos estúdios da 89 FM a banda comemora, junto com a rádio, 2 anos de existência e dá origem ao programa ‘Ensaio Geral’. Em 1988 tem nova nova eleição na Bizz e a capa do novo LP é considerada, pela crítica e pelo público, a segunda melhor capa de 1987. Uma antiga idéia da gravadora Wop-Bop e da banda – lançar um EP de covers – se torna realidade com a assinatura de um contrato.

Em maio começam as gravações do EP nos estúdios Softsynk. Com ‘The Early Years’, o Violeta De Outono se aproxima mais de outros músicos através do saxofone de Livio Tragtenberg e seus arranjos para um trio de cordas, além do registro definitivo das influências que marcaram a evolução da banda. Em agosto este trabalho é executado ao vivo no auditório do MASP (Museu de Arte de São Paulo), durante três dias. Em outubro de 87 começam as gravações do quarto álbum. Produzido por Fabio Golfetti e RH Jackson, o novo trabalho acrescentará novas tonalidades sonoras ao estilo do Violeta De Outono com a utilização de instrumentos étnicos sintetizados eletronicamente e de samplers. Tendo passado por um estúdio de produção eletrônica e depois finalizado nos estúdios da BMG-Ariola, começam as mixagens do LP ‘Em Toda Parte’. Mas, atrasos na prensagem impedem a chegada do LP às lojas no tempo esperado, mas o Violeta De Outono apresenta o novo disco, ainda nas fitas master – além de toda sua carreira musical – em um programa de 2 horas e meia na rádio Brasil 2000, em São Paulo.

 O LP ‘Em Toda Parte’ chega às lojas e a Wop-Bop lança o trabalho de covers ‘The Early Years’ em cassete, em edição limitada de 500 cópias. Em outubro acontecem os shows de lançamento de ‘Em Toda Parte’ em São Paulo. Ao mesmo tempo a Wop-Bop lança o primeiro single da Ópera Invisível, trabalho solo de Fabio Golfetti ligado ao poeta-músico australiano Daevid Allen, do grupo psicodélico inglês Gong. O compacto, ‘Numa Pessoa Só’, foi incluído entre os melhores do ano na parada independente do programa 12 O’Clock Rock, da rádio californiana KPFK. Em novembro de 87 a banda se apresenta em Porto Alegre, no teatro OSPA e gravação especial para a TV Educativa. Em Janeiro1990, durante uma pausa nos ensaios e shows, o Violeta De Outono começa um intercâmbio com distribuidoras independentes dos EUA, entre elas a Wayside Music. Junho. E Claudio Souza deixa a banda por algum tempo. Ele é substituído em alguns shows por Claudio Fontes (Faces & Fases e a banda de Edgar Scandurra). No dia 28, a banda faz show no Circo Voador para 3.000 pessoas. Já em 1991 começam a gravar material para o primeiro disco da Ópera Invisível, que conta com Fabio Golfetti, May East e Renato Mello. No dia 1°. de Junho acontece a primeira materialização ao vivo da Ópera Invisível (Invisible Opera) no Projeto Atmosferas, no SESC Pompéia, SP. No dia 11 de julho de 91 acontece Show do Violeta De Outono no Aeroanta, com Claudio Fontes na bateria e Renato Mello no saxofone.

Deixo para vocês, a versão original do primeiro álbum, "Violeta de Outono".
Curtam!!!


*Agradeço o texto ao site "Lágrima Psicodélica".

Violeta de Outono - Memories/Demo



Álbum que explora todo o trabalho do Violeta de Outono. São 17 canções, passando por versões iniciais de músicas que fariam parte do repertório clássico da banda até canções instrumentais que parecem ter sido esquecidas em uma demo tape bem longínqua.

O disco abre com uma versão de “Outono” que traz uma curiosidade: uma batida que remete a “She’s Lost Control”, do Joy Division, nos primeiros segundos. Segundo Fábio, nessa época, Cláudio testava um “ron tom tom” e que deu essa sonoridade na canção. A segunda faixa, “Transe”, traz um clima Echo and The Bunnymen total nos solos de guitarra. A seguir, cinco canções bem conhecidas do fãs: “Fim do Começo” (primeiro nome de “Declínio de Maio”), “Luz”, “Tomorrow Never Knows” e “Violeta '67 (depois rebatizada como “Reflexos da Noite”). Seguem bons momentos com “Noturno”, a instrumental “Autumn”, “Heavy Man” (regravada no disco Mulher da Montanha como “Lágrimas do Dragão”).

As sete faixas seguintes valem mais como curiosidade em conhecer como o grupo formou o seu repertório, apesar da qualidade sonora precária. Arquivo do Rock!!

Espero que gostem.

20 de agosto de 2011

Violeta de Outono - Mais um bom Progressivo nacional


Origens

Em 1981, após o termino das atividades de sua primeira banda (Lux), o vocalista Fábio Golfetti conhece o baterista Claudio Souza, e juntos, participam da primeira formação da banda carioca Zero, ficando somente até gravar um dos primeiros singles da banda.

Após sairem do Zero, Fábio Golfetti e Claudio Souza se juntam ao baixista e fotógrafo Angelo Pastorello, e formam em 1984 a banda Violeta de Outono.

Primeiras gravações
Em 1986, com os primeiros shows, a banda começa a ter um público cativo, e acaba sendo convidada pela loja de discos Wop-Bop para lançar um EP com apenas três músicas, dentre elas Outono, uma das músicas mais conhecidas da banda.

Após o bom resultado do lançamento do EP, a banda assina com a gravadora RCA (hoje, selo pertencente à Sony Music), que lança em 1987 pelo selo Plug, o primeiro LP, batizado de "Violeta de Outono", que além de Outono, continha músicas como Declínio de Maio, Dia Eterno e o cover de Tomorrow Never Knows dos Beatles, considerado pelos ferozes críticos da época, ser tão bom quanto o original dos Fab Four.

Já em 1989 é lançado o segundo LP, intitulado "Em Toda Parte", que acaba não tendo o mesmo resultado do LP de estreia. Neste LP destaca-se a música-título do álbum.

Pós RCA / Surgimento do Invisible Opera of Tibet
Porém, com o fim do selo Plug da RCA, o Violeta de Outono acaba ficando sem gravadora, e neste período o vocalista Fábio Golfetti lança, através do produtor dos primeiros LPs da banda, um flexi-disc intitulado Numa Pessoa Só, sob o nome de Opera Invisível, um projeto o vocalista segue ao longo dos anos.

Durante o início dos anos 90, o Violeta de Outono faz alguns shows esporádicos com Claudio Fontes na bateria, no lugar de Claudio Souza que se afasta da banda. Neste mesmo período Fabio Golfetti resolveu abraçar de vez o projeto "Invisible Opera of Tibet", conceito idealizado por Daevid Allen, do Gong, e que tinha como princípio a junção de uma visão em comum do universo e uma evolução espiritual, ligando músicos de vários pontos do planeta. Começou a aquecer o selo Invisível, que depois do single solo de Fabio, lançou (ao lado de Renato Mello e da cantora May East), o disco The Eternal Voice.

A partir desta data, o "Invisible Opera of Tibet" começou a tocar em pequenas casas de São Paulo, com a mesma formação do "Violeta de Outono", porém com um som mais experimental e com um pequeno público.

A Volta
Nestes shows como "Invisible Opera of Tibet", surge em 1994 a idéia de fazer um show como "Violeta de Outono". O resultado foi a casa cheia.

Com isto, a banda inicia as gravações do novo álbum, que seria lançado somente em 1999, intitulado "Mulher na Montanha", porém sem Claudio e Angelo, que saíram da banda frustrados com a pouca receptividade comercial e foram substituídos por Sandro Garcia (baixo) e Gregor Izidro (bateria).

Durante um ano e meio, a banda com a nova formação fez várias apresentações, fazendo ressurgir os velhos fãs e criando novos. Neste período, a banda chegou a abrir shows para o Focus em São Paulo e tocou com o mutante Sérgio Dias no Rio ArtRock Festival. Neste mesmo período, Angelo Pastorello volta a banda.

Em 2004, Fábio Golfetti lança Early Years Complete, contendo 14 canções, passando por sobras de estúdios e versões ao vivo.

Em 2005 o grupo volta com novo álbum e com a formação inicial da banda, adicionada da presença do tecladista Fernando Cardoso. É o lançamento do CD Ilhas, contando ainda com Gregor, na bateria. Neste álbum a banda volta a viver seus grandes momentos, com músicas como Blues, Eclipse, Língua de Gato em Gelatina e Ecos.

Em 2007 a banda lança seu mais novo álbum, intitulado "Volume 7", com o baixista Gabriel Costa no lugar de Angelo, que se afasta da banda. Neste álbum a banda se aproxima mais ainda do som progressivo, com forte presença dos teclados de Fernando Cardoso.

Em 2010, a banda lançou o álbum "Espectro"

Em 2011, a banda lança em DVD o show da Virada Cultural em 2009, gravado no Teatro Municipal, em São Paulo.

Discografia
• Violeta de Outono - 1987
• Em Toda Parte - 1989
• Eclipse - Ao Vivo - 1995
• Mulher Na Montanha - 1999
• Live at Rio ArtRock Festival '97 - 2000
• Ilhas - 2005
• Volume 7 - 2007
• Espectro - 2010
• Theatro Municipal, São Paulo, 3 de maio de 2009 - 2011

Em breve, alguns downloads dessa banda que eu não conhecia e achei bem legal.
Abraços a todos e bom final de semana!!!

31 de julho de 2011

Teenage Fanclub - Pouco conhecido, bem interessante!


Banda de rock alternativo-power pop de Bellshill, Escócia. Seu som é sempre comparado aos Byrds, Big Star, Neil Young, e Dinosaur Jr.

O link é para o álbum de 1995, Grand Prix.

Som bem legal!

Espero que gostem!!!

www.megaupload.com/?d=WOR2JDTV

The Company of Snakes - Clássicos com hereditariedade!


The Company of Snakes foi formada pelos ex-guitarristas do Whitesnake Bernie Marsden e Micky Moody depois do final de sua banda predecessora “The Snakes”. A banda foi completada pelo ex-baixista do Black Sabbath e Whitesnake Neil Murray, baterista John Lingwood e pelo vocalista Robert Hart (ex-Bad Company) e pelo jovem cantor inglês Gary Barden. Depois de chamarem o tecladista do Rainbow Don Airey, sairam em turnê, tocando concertos quase que totalmente com músicas antigas do Whitesnake. O vocalista Barden deixou a banda logo depois e foi substituído pelo sueco Stefan Berggren.

Gravaram um album de studio “Burst The Bubble”, de (2002) que foi gravado logo depois que Don Airey deixou a banda. Berggren deixou abanda logo depois de Ayrey e os membros remanescentes se juntaram e formaram o M3.

O link é para o muito bom "Busrt The Bubble".

Abraços.

www.megaupload.com/?d=8MK07B3X

Alice In Chains - Pra terminar bem o mês!!!!


Banda americana formada em 1987 em Seattle, pelo vocalista Layne Staley e o guitarrista Jerry Cantrell. Apesar de vastamente associada ao grunge, o som da banda incorpora elementos do heavy metal, glam rock, hard rock e de música acústica, ao invés do punk. A banda alcançou fama internacional como parte do movimento grunge do início dos anos 90, ao lado de bandas como Nirvana, Soundgarden e Pearl Jam. É uma das bandas mais bem sucedidas comercialmente da década de 1990, tendo vendido aproximadamente 18 milhões de álbuns ao redor do mundo, além de ter dois álbuns na primeira posição da Billboard 200 (Jar of Flies e Alice in Chains), 11 singles nas dez primeiras posições na parada Mainstream Rock Tracks e 6 indicações ao Prêmio Grammy.

Mesmo sem nunca ter oficialmente terminado, a banda passou por extensa inatividade devido aos problemas de Layne Staley com drogas, culminando com sua morte em 2002. Reuniram-se novamente em 2005 e em 2009 terminaram a gravação de seu primeiro álbum de estúdio em quatorze anos com o novo vocalista, William DuVall. O álbum, intitulado Black Gives Way to Blue, foi lançado em setembro de 2009 pela Virgin/EMI.

E é esse último álbum, Black Gives Way To Blue, que eu posto aqui pra vocês!!!

Espero que gostem!!

13 de julho de 2011

13 de Julho - Dia internacional do Rock!!


E como eu sempre digo... "It's only Rock 'n' Roll but I like it".
Parabéns a esse bom e velho estilo musical, tão querido de todos nós!!!

Abraços a todos!

26 de junho de 2011

Qual a melhor capa de todos os tempos?


Quero saber a opinião de toda a galera para eleger a capa mais legal de todos os tempos.

Sei que muita gente já fez essa pesquisa, mas agora quero fazer a minha!

Por enquanto, preciso pensar em uma, pois passam algumas dezenas pela minha cabeça. Podem mandar suas opiniões (com foto da capa escolhida, de preferência) para o e-mail xexa76@gmail.com).

No final de julho, vou fazer a contagem para eleger a grande vencedora!

Abraços para todo mundo.

25 de junho de 2011

Confraria do Rock - Ata 5ª Reunião


Foto oficial. Aqui em casa. Todos felizes. O Eros nem tanto! Hehehe...


Bom... o negócio é que tava faltando um nome pra nossa confraria.Nossas reuniões já renderam boas discussões, muitas risadas, porres, muita, mas muita música e até então nada de um nome definido.

Criada em janeiro deste ano com o objetivo de durar até que tivéssemos filhos e pudéssemos ensinar para os pirralhos o que é Rock 'N' Roll de qualidade, nada mais justo que tivesse um nome à altura.

E, no último sábado, a gente decidiu decidir! Depois de um bom tanto de Heinekens, alguns mojitos e outras cositas mas... surgiram alguns nomes para a confraria. Ok... foram muitos nomes que surgiram, todas as idéias tinham a intenção de sintetizar o espírito da nossa reunião.

Algumas logo saíram de cogitação, outras agradaram, teve quem levantou bandeira pra defender a preferência, teve quem levantou o copo, tomou mais um gole, pensou melhor e só ai votou. Em apenas 6 pessoas criamos um critério de votação.

Era bem simples - cada um votava no nome que mais gostava e no que mais odiava, passava para a próxima fase os nomes com mais votos positivos. Enfim... foi democrático e confuso pra caralho. Acabou vencendo o melhor!

Sim, porque no meio de tanta música e tantas opiniões, desde o início houve uma unanimidade : LED ZEPPELIN.

Assim, escolhemos pela superioridade, qualidade e relevância da banda e por votos abertos, sinceros e muito engraçados. Homenageamos o Led e batizamos desde então a nossa confraria de:

"Black Dog Confraria do Rock"

Ainda virão a logomarca, o "padroeiro", as regras, como quebrá-las, e lógico, as muitas e muitas histórias.

Confiram logo mais aqui no blog.


Nota do Autor: Esse é o primeiro post feito pela grande escritora e indicada para a ABL, Dra. Ana Luiza B. Gentile Chediek, que foi convidada para a última reuniãoda Confraria. Pesquisadora da área da música e roqueira emergente. É, esse negócio de Blog tem atraído a atenção de gente famosa...

The Shins - 3º Álbum

Como prometido, o link para o 3º álbum (de 2007), "Wincing The Night Away".



Abraços e um bom final de semana pra todo mundo!


www.megaupload.com/?d=2ECI2TFM

20 de junho de 2011

The Shins - Surpresa Agradável!


Por acaso, assistindo a um vídeo no Youtube, ouvi a música e fiquei curioso para saber quem era... Acabei ouvindo os 3 álbuns dos caras e gostei bastante. Sonzinho moderno com um certo ar retrô. Banda americana, formada em 1997 por dois músicos do antigo grupo Flake (mais tarde Flake Music), que produziu apenas um álbum e acabou, quando todos os integrantes formaram o The Shins. Indie bem interessante.

Vou postar ao longo da semana, os 3 primeiros álbuns deles. Existe uma boa diferença de um para o outro e quero que comentem e digam o que acham!

Espero que gostem!

Abraços a todos.

18 de junho de 2011

The Fratellis - ''Here We Stand'' 2º (e muito bom) álbum



Completando as postagens do dia, como prometido!

Espero que gostem e um bom final de semana!!!
www.megaupload.com/?d=6IC0ROXC

The Fratellis - Alternativo Nova Geração


Como eu fico feliz de ver a galera mais nova fazendo um som de qualidade!

E gostei bastante dessa banda de Rock Alternativo/Indie Rock de Glasgow (Escócia) formada em 2005 por 3 caras.

Dá pra perceber a (boa) influência dos rapazes de Liverpool e de um punk rock inglês do final dos anos 80. Minha opinião.


Acho que vão gostar!!!

Link para o 1º álbum, Costello Music de 2006:



Abandono...

Mais uma vez o Blog ficou (e concordo que tem andado) meio abandonado. Mas não está!!! Estamos aí. Na escuta, sempre alerta, positivo e operante!!!

Correria do dia a dia, mais nada!!!

Vou dar uma animada com postagens das bandas ''The fratellis'' e ''The Shins''. Duas bandas que eu não conhecia e que produzem um som bem interessante. Ao contrário do usual, são bandas novas (bem novas mesmo); o que no caso desse blog é uma exceção, já que primo quase sempre pelas coisas mais tradicionais ou mais antigas!!!

É isso, vamos ver se eu consigo dar uma animada nesse ''falatório virtual'' com mais frequencia!!!

Abraços a todos, e obrigado pela preferência!!!!

18 de maio de 2011

Black Country Communion - Reunião de gente grande!!!

Algumas vezes não é preciso ficar explicando muita coisa quando se sabe quem está participando do negócio... Nesse caso, trago para o Blog essa reunião de gente muito talentosa, GLEN HUGHES (vocais e baixo), JOE BONAMASSA (guitarras), DERECK SHERINIAN (teclados) e JASON BONHAM (sim, o filho do homem!!).

Rock de muito boa qualidade, "old school" com um bom toque de modernidade. Gostei. Espero que gostem também!!!

Abraços a todos e desculpem o abandono bloguístico!!!!

Parte 1:
www.megaupload.com/?d=4GFJZK2X

Parte 2:
www.megaupload.com/?=3QYC2BNM



22 de abril de 2011

Black Oak Arkansas - Keep The Faith (1972)


2º Álbum da banda.

www.megaupload.com/?d=17XG3RO0

Black Oak Arkansas - Black Oak Arkansas (1971)



Primeiro Álbum da banda.


www.megaupload.com/?d=ZZGZS6EB

Black Oak Arkansas - Anos 60-70 mostrando sempre coisas muito boas!!


Banda de grande sucesso nos anos 70, marcada pela voz rasgada do vocalista Jim "Dandy" Mangrum e por ser uma banda "multiguitar", já que tem 3 guitarristas.

Originalmente, chamava-se "The Knowbody Else", formada em 1965 em Black Oak, no Arkansas. A formação original era composta de: Ronnie "Chick Hawk" Smith nos vocais, Rickie Reynolds, Stanley Knight e Harvey Jett nas guitarras, Pat Daugherty no baixo e Wayne Evans na bateria. O primeiro PA da banda foi roubado (!?!?) de uma escola de segundo grau, o que lhes rendeu uma pena de 26 anos por "grande furto" (depois suspensa) em uma prisão fazenda no interior do Arkansas, o que fez com que refinassem seu som...

Histórias e curiosidades a parte, acho um excelente som e mais uma grande indicação do amigo e "Conoisseur" Dennis.

Vou postar para download os 2 primeiros álbuns.

Espero que curtam! Bom feriado a todos!!!

10 de abril de 2011

Pink Floyd - The Division Bell

Nada, nenhum motivo importante, nenhuma data especial. Simplesmente por ser um álbum que eu acho muito legal e por ter visto o lançamento, afinal foi lançado em 1994, quando eu estava no auge dos meus 18 anos!!!

Lembro da primeira vez que eu ouvi Floyd. Não entendi nada... Não conseguia gostar, mas também não achava que era ruim! Era "não entender" mesmo. Acho que com o tempo e principalmente com a experiência musical, vamos refinando nosso gosto e elevando nossos "standards".


Por isso recomendo sempre que conheçam coisas novas, novos estilos, músicos, etc... Só assim conseguimos ter parâmetros e por que não, métodos para avaliarmos determinada banda ou música.


Espero que gostem.

Abraços a todos.



2 de abril de 2011

3º Aniversário do Blog



E eis que o Blog completa mais um ano de vida!!! E nesses 3 anos de "bloguisse", foram mais de 108.000 visitas, passando muita coisa boa por aqui, muita gente legal e, principalmente, uma melhora constante no conhecimento musical, fazendo com que meu ouvido fique cada vez mais seletivo e ao mesmo tempo aberto a coisas novas!!!


Afinal, o que seria do nosso tão querido Rock se não tivesse existido o Rockabilly?? E o Blues? Fundamental. Quem se diz entendido e nunca ouviu um bom blueseiro, precisa repensar se realmente sabe sobre rock. Uma coisa vai levando à outra, assim entende-se como vai surgindo cada gênero. Muito legal essa "dinâmica" da música.


Bandas novas, muitas bandas antigas, bandas alternativas, psicodélicas, tradicionais, etc... Já rodou bastante coisa nessas páginas. E fico feliz que tenha começado a Confraria do Rock, pois assim, posso ver que ainda tem muita coisa pra conhecer e muitas coisas boas!! Muito obrigado a todos que frequentam essas escritas, opinam, criticam, elogiam ou apenas "dão uma olhada".


Continuamos ai, sempre em busca do "riff perfeito", do solo super-inédito, do álbum secreto guardado desde não sei que década e só lançado há duas semanas... Ou simplesmente para ouvir aquele bom e velho disco já gasto de tanto tocar!!!


Abraços a todos e voltem sempre!!!

31 de março de 2011

Confraria do Rock - Ata 3ª Reunião (26/03/11)


E eis que mais uma vez nos reunimos, desta vez na nova (e muito bonita) casa do nosso amigo Dennis, onde mostrou seus dotes culinários logo no começo da noite!

Partindo logo mais para as apresentações musicais, nos mostrou algumas coisas de Pixies, Jimi Hendrix, The Who, Audioslave, Pearl Jam e Black Crowes (que eu acho muito "bão"). Aliás, por falar em Pearl Jam, o álbum "Ten" acabou gerando a polêmica do ano, mais tarde resolvida...


Mais uma vez, ótima oportunidade para tomarmos uma(s), darmos muitas risadas e ouvirmos muita coisa boa!


Presenças ilustres de um Pagé Pele vermelha, um guitarrista famoso (vide foto) e do mestre cuca "Dennis Marrravilha"!!!

A seguir cenas...

9 de março de 2011

Eddie Vedder - Into The Wild

Primeiro álbum solo desse vocalista incrível, 11 músicas muito bonitas, feitas especialmente para o filme, que conta a história de Chris McCandles.

O Título do filme no Brasil é " Na Natureza Selvagem". Assistam, vale a pena.

E depois, ouçam a trilha sonora, feita toda por Eddie Vedder.

Espero que gostem!

Abraços e bom recomeço de semana!

1 de março de 2011

Confraria do Rock - Ata 2ª Reunião



E mais uma vez muitas risadas rolaram na segunda reunião da nossa confraria, que aliás, precisa de um nome (já cogitado, porém ainda em análise...).
Colocamos nossos "ódios musicais" na mesa, nossos "rancores sonoros" em evidência e pudemos notar que o mais legal é que nenhum tem o gosto exatamente igual e que o Rock, mais uma vez, agrada a muitos gostos diferentes.
Como a reunião dessa vez foi na minha casa, mostrei as coisas que eu ouço bastante. Rolou Howlin' Wolf, Sonny Boy Williamson e Son House pra escutar as origens, depois fui vindo com Eddie Cochran, Buddy Holly, Beach Boys (algumas tocadas, outras só mencionadas).
Falamos em quais sons nos inspiraram a começar ouvir Rock e lembramos de Scorpions, Dire Straits, Ramones, Pink Floyd, Beatles e Elvis. Lembramos depois de Mark Knopfler, Midnight Oil, New Model Army (na verdade 51st State of America), Sisters Of Mercy, Iron Maiden, Pink Floyd, Roger Waters, David Gilmour, Led Zeppelin e suas influências (que por mais que possa sempre parecer mentira, não tinham nada a ver com o que os caras fizeram!), AC-DC, Kiss e mais uma boa galera! Mostrei Van Der graaf Generator (esses eram doidos!) e bem lembrados também foram Pearl Jam e R.E.M.

Mais uma vez serviu para trocarmos nossas "farpas musicais" (ahahahaha), afiarmos nosso conhecimento, bebermos uma cervejinha, comer uns negócinhos e começar a semana animados por um de nossos assuntos preferidos, a música! Ou seria melhor dizer o Rock ' N' Roll?
Ano que vem, 50 anos de Stones. Será que eles vêm ao Brasil? Poderíamos nós empreender uma jornada em busca do show da banda mais antiga do Rock?
A seguir cenas dos próximos capítulos...

25 de fevereiro de 2011

Echo & The Bunnymen

www.megaupload.com/?d=85JDJXPE

Banda pós-punk inglesa, formada em Liverpool, em 1978. Influenciados por Beatles, Velvelt Underground e Doors, entre as mais importantes.

Acho um som bem interessante.
Ouçam, descubram e dêem suas opiniões.

Tem um resumo da história da banda na Wikipedia em inglês que tá bem legal.
O link é:
http://en.wikipedia.org/wiki/Echo_%26_the_Bunnymen.

Estou postando um The Best duplo, bem legal. Aproveitem.

Abração!!!


Neil Young

www.megaupload.com/?d=6RRXZMPW

E eis que posto este grande álbum do nosso amigo Percival.

Sim, Neil Percival Kenneth Robert Ragland Young, canadense de 65 anos (pois é...) e excelente músico na minha humilde opinião. Esse aclamado álbum vem bem no começo de sua carreira, antes da fase depressiva e de sua famosa "Trilogia suja". Aproveitem.

Para quem quiser saber um pouco mais de sua história, acesse: http://pt.wikipedia.org/wiki/Neil_Young

Abraços a todos.

22 de fevereiro de 2011

Kiss FM - Um aliado do Rock 'N' Roll


Quem já não ouviu uma música no rádio que não conhecia e ficou pensando: "Poutz... Preciso saber quem toca isso..."?
Pois é, sábado, em SP, estava no trânsito e começou a tocar uma dessas tais músicas. Não consegui ouvir o nome da banda e tive que apelar para os "profissionais". Mais uma vez fui "salvo" pelo pessoal da Kiss FM, a melhor rádio Rock do Brasil. Mandei um e-mail perguntando. Na Segunda-feira mesmo me responderam, com muita gentileza na resposta.
Muito obrigado e que continuem sempre esse excelente trabalho!!!!
Abraços.

28 de janeiro de 2011

Confraria do Rock - Ata 1ª Reunião


E mais uma vez nosso querido amigo mais velho (ahahaha) aparece com uma idéia que tem tudo pra dar (muito) certo. É a Confraria do Rock (assim, maiúsculo mesmo, pra "dar sorte").

O Capitão 80's mostrou que é um ótimo anfitrião, oferecendo ótimas Heinekens e ótimos queijos para que - de estômago acalmado - pudessemos conversar sobre esse nosso tão querido assunto que é a música.

Como já se esperava, mostrou coisas que eu nunca tinha visto, como The Hooters, banda americana formada na Filadélfia em 1980, um álbum do Wallflowers que eu não conhecia, mas que tem músicas muito agradáveis (como sempre na minha opinião). Trilha sonora das propagandas do Hollywood (não podia faltar), Robert Plant, The Cult, entre outros. Foram abordados diversos temas, natural para uma primeira reunião. Foi muito falado em The Who, Eric Clapton, Yardbirds, Cream, Led e algumas outras dos 60's. Falamos sobre vocalistas como Chirs Cornell (que canta até com o Olodum se eles chamarem!!!), Lane Staley (finado, do Alice in Chain), Eddie Vedder e alguns outros do Grunge.

O resultado, na minha opinião, excelente! Muitas risadas, muito conhecimento musical e com a participação especial das respectivas esposas/namoradas (que se comportaram muito bem!!!).

A próxima já está marcada e vai ser em casa. E o "Greatest Hits" para audição já começou.

Abraços a todos.

20 de janeiro de 2011

Tamo ficando tudo véio...

É galera, todo mundo vai ficar velho mesmo, isso não tem jeito e a única coisa que podemos fazer é chegar na velhice da melhor maneira possível. Hoje, passeando pelo Youtube, assustei quando vi a Grace Slick (Lead Singer do Jefferson Airplane pra quem não sabe) com 71 (isso mesmo, setenta e um) anos, cabelo brancasso e um rosto ainda muito bonito.
Poutz meu... Pinta esse cabelo carai... Se pintasse o cabelo e desse uma "afinadinha" vou te falar que dava pra passar por uns cinquentinha fácil viu...

Estou colocando umas fotos e um link com uma entrevista dela atualmente.

E viva o Wellaton!!!

Abraços
Link da Entrevista:
E só pra comparar, esse vídeo dos anos 70, com a banda tocando "Somebody To Love":