28 de junho de 2008

Australian Crawl - Their Greatest Hits


A banda Australian Crawl foi formada no final de 978, no subúrbio de Melbourne, quando James Reyne (Lider vocal e piano) e Simon Binks (guitarra) resolvem acabar com a banda Spiff Rouch e formar a banda juntamente com o guitarrista Brad Robinson, o baixista Paul Willians e o baterista David Reyne, irmão mais novo de James Reyne, logo substituído por Bill McDonough, ex-integrante do grupo Loose Trousers. A banda passou a fazer sucesso na região e atrair grande público em seus shows, onde despertou a atenção do produtor David Brings, ajudando a gravar o single "Beautiful People/Man Crazy" pela EMI Records.

O single acaba tendo boa receptividade, ficando na 22ª posição nas paradas de sucesso em novembro de 1979. Diante disso, a gravadora EMI resolve lançar no mercado o primeiro álbum da banda, The Boys Light Up, em abril de 1980. Embalado pelos sucessos de Beautiful People e The Boys Light Up, este disco acaba atingindo a quarta posição nas paradas de sucesso e fica por mais de 104 semanas nas paradas de sucesso. O disco acabou vendendo mais de 280 mil cópias, recebendo assim 4 discos de platina. Neste mesmo ano, em outubro de 1980, o vocalista e guitarrista Guy McDonough (irmão caçula de Bill McDonough) entra para o grupo, participando assim na gravação do segundo álbum da banda.

O segundo álbum, intitulado de Sirocco, foi lançado no ano de 1981 e foi produzido por Peter Dawkins. Este disco atingiu a 1ª posição nas paradas de sucesso e possuia os sucessos Oh No, Not You Again e Errol, esta última música feita em homenagem ao ator autraliano Errol Flynn. O próximo álbum a ser lançado foi Sons of Beaches e foi gravado no Havaí pelo produtor australiano Mike Chapman. Sons of Beaches foi um álbum onde a banda experimenta um som um pouco mais "rock 'n' roll" em suas músicas e possuia os sucessos Runaway Girls e Shutdown. O álbum foi lançado na Austrália em 1982 e também ficou com a 1ª posição nas paradas australianas. Este disco também foi lançado nos EUA pela EMI Records.

Durante o ano de 1983 o baterista Bill McDonough acaba deixando a banda entrando no seu lugar Buzz Bidstrup, ex-baterista da banda Angels. Com ele foi gravado o EP Semantics ficando na 1ª posição nas paradas graças ao sucesso de Reckless (Don’t Be So...). Após o lançamento do disco, a banda troca novamente de baterista, entrando John Watson, ex-integrante da banda Kevin Borich Express. Também em 1983 é lançado pela EMI o primeiro álbum ao vivo da banda Australian Crawl de nome Phalanx. Este disco foi lançado apenas para preencher um período em que a banda deixa de fazer gravações em estúdio e passa a realizar turnês. Com este álbum, a banda atingiu a 4ª posição nas paradas de sucesso.

Após algum tempo a banda acaba realizando a maior turnê fora das terras australianas, quando a banda inglesa Duran Duran os convidou para abrir seus shows na Inglaterra. Também no início de 1984, grupo assinou com a gravadora americana Geffen, lançando a coletânea com o mesmo nome do EP lançado anteriormente intitulado Semantics. Também nesse ano o grupo é forçado a realizar turnês pela gravadora Geffen, quando o guitarrista e vocalista Guy McDonough é internado em um hospital em Melbourne. McDonough morre em junho daquele mesmo ano devido a uma pneumonia viral. O guitarrista Mark Greig, ex-integrante do grupo Runners, entra na banda e assim o grupo cumpre alguns shows no final de 1984.

Agora com o guitarrista Mark Greig, a banda a passa a gravar o seu novo disco Between a Rock and a Hard Place, com ajuda do produtor inglês Adam Kidrom. Para produzir o novo álbum da banda foram gasto 400 mil dólares e foi lançado no ano de 1985. O Between a Rock and a Hard Place era um disco mais diversificado, com vários estilos e diferente da sonoridade dos outros discos da banda. Mas o novo disco acabou não agradando ao público e assim não repetiu o sucesso dos álbuns anteriores. Com uma dívida a pagar, a banda teve que entrar numa turnê durante quase todo o ano de 1985. Neste mesmo ano, o baixista Paul Williams sai da banda, sendo substituído por Harry Brus, ex-integrante de Kevin Borich Express. Mas mesmo com a sua entrada, a banda Australian Crawl acaba se separando já nos primeiros meses do ano de 1986.

O último show da banda foi realizado no dia 27 de janeiro de 1986, e deste show mais tarde resultou no novo álbum The Final Wave. Este álbum ao vivo foi lançado em outubro do mesmo ano pela gravadora Freestyle/RCA.

O link é para o álbum Their Greatest Hits, que pode mostrar um pouco do potencial dessa banda que tem um som bem legal.

1927 - The Other Side


O "1927" foi uma banda australiana muito popular no final dos anos 80 e começo dos 90. Seus maiores sucessos foram "If I Could", "Compulsory Hero" e "That's When I Think Of You". Seu vocalista Eric Weideman, tem uma carreira solo de relativo sucesso e eles têm se reunido para fazer alguns shows no estilo "Comeback"


O link é para o álbum "The Other Side", 2º trabalho da banda, com músicas bem escritas, boas melodias e muito bem tocado.


http://rapidshare.com/files/125428068/1927_-_The_Other_Side.zip

Rock Australiano


Gosto muito das bandas de rock australianas, no geral um som sempre bem agradável de se escutar. Bons exemplos ficam com Midnight Oil, Australian Crawl, 1927, Men At Work, AC/DC, Hoodoo Gurus, INXS, Icehouse, Spy vs Spy, Outfield, Silverchair e mais recentemente, Wolfmother. Entre várias outras muito boas.

Parece que o pessoal da "terrinha lá de baixo" sabe mesmo fazer música de qualidade. Vou postar alguma coisa a partir de hoje pra lembrar alguns dos exemplos citados!!!

Sugestões serão bem vindas!

25 de junho de 2008

Van Halen - Voltam pra valer ou não???



A família Van Halen era uma família de músicos. O pai de Edward e Alex tocava clarinete e os dois aprenderam a tocar piano clássico desde cedo. Mais tarde, resolveram trocar o instrumento por uma guitarra e uma bateria. O curioso é que Eddie tocava bateria e Alex guitarra. Com o tempo Alex se interessou pela bateria e logo estava tocando melhor que o irmão, que decidiu tocar guitarra. Isso tudo se deu no final dos anos 60 e início dos 70. Os irmãos faziam covers em algumas bandas, quando Eddie, que fazia os vocais nas bandas em que tocava na época, conheceu, em 1972, David Lee Roth, que havia se mudado para a Califórnia e até então fazia parte da banda The Red Ball Jets e o convidou para ser o vocalista. Desde então começaram a tocar juntos.

Foi numa noite que dividiam um show com uma banda chamada Snake, que eles conheceram Michael Anthony (vocalista e baixista da banda em questão). Michael foi convidado a tocar com eles, e mais tarde pediram que se juntasse à banda, que se chamava então, Mammoth. Nessa época, descobriram que havia outra banda nos E.U.A. com esse mesmo nome, o que motivou a decisão de trocá-lo. Alguns nomes foram sugeridos, mas acabaram optando pelo sobrenome dos irmãos Van Halen. Sendo assim, a banda Van Halen ficou constituída por David Lee Roth (vocal), Edward Lodewijk Van Halen (guitarra e teclado), Alex Arthur Van Halen (bateria) e Michael Anthony (baixo).

A banda começou tocando covers e em pouco tempo se tornou muito conhecida nos bares de Los Angeles. Em 76, quando tocavam num bar em Los Angeles, Gene Simmons (Kiss) os descobriu e decidiu fazer uma demo com a banda (cujo equipamento era todo emprestado). A demo, que continha a primeira versão de Runnin' with the Devil, não deu muito certo, não sendo aceita pelas gravadoras. No ano seguinte, um produtor da Warner conheceu a banda no mesmo bar em que Gene os encontrou e os contratou. Em 1978 saiu o primeiro álbum: Van Halen.

O sucesso veio não só do público, mas também da crítica, especialmente pela faixa Eruption - um solo de guitarra que elevaria Eddie Van Halen ao mais alto patamar da história da guitarra - e também pelo single "Jump" (do sexto disco, 1984, homônimo do ano de lançamento), colocando definitivamente o nome do Van Halen na história do rock.

A banda lançou mais 5 álbuns nos cinco anos seguintes, mantendo a formação original. Em Janeiro de 1983 a banda se apresentou no Brasil (e também na Argentina, no Uruguai e na Venezuela), para a sorte de quem foi, pois a banda não voltou desde então.
A formação original durou até 1984, quando, por motivos de desentendimento, David Lee Roth deixou-a.

Em meados de 1985, Frank Zappa recomendou um novo vocalista, Sammy Hagar, para o Van Halen. Logo no primeiro encontro no estúdio, foi composta Summer Nights, indicando que Sammy seria o substituto perfeito. Em 1986, lançaram o 5150, um disco que não decepcionou os fãs que estavam empolgados com o sucesso de 1984, e que também se tornou o número 1 da parada norte-americana, com sucessos como Dreams e Why Can't This Be Love?. Os fãs preocupados podiam agora dormir tranqüilos, pois o Van Halen estava de volta, com força total e novo vocalista, numa nova era.

Mais 4 LP's e muito sucesso, e nova preocupação para os fãs. Sammy diz que foi despedido da banda, apesar de Eddie insistir que Sammy saiu amigavelmente e por vontade própria. Não se sabe ao certo, o fato é que David Lee Roth voltou para gravar duas músicas, Can't Get This Stuff No More e Me Wise Magic, que seriam incluídas no Best Of Vol. 1, de 96. Dizem que isso provocou ciúmes em Sammy. Cogitou-se a idéia de uma volta à formação original, o que não aconteceu.

Ray Danniels, empresário da banda, sugeriu Gary Cherone (ex-Extreme) para a vaga de vocalista. Foi marcado um encontro no qual a banda o aceitou de imediato. No início de 1998, saiu o Van Halen III que foi um fracasso, sendo o único disco da banda que ficou abaixo da casa de 1 milhão de cópias vendidas, com apenas 500 mil. Eddie chegou a tocar bateria em algumas músicas, como se isso fosse necessário e até mesmo a cantar em uma delas. Cherone não ficou muito tempo no novo emprego, deixando a banda logo após a turnê de divulgação do disco.



Eddie passa então por um momento turbulento, separa-se após anos de casamento e também tem diagnosticado um câncer na língua. O grupo fica em suspenso e Michael Anthony acompanha Sammy Hagar em sua turnê solo.

Em 1996 é lançada a coletânea "Greatest Hits - Volume I", com duas músicas inéditas gravadas com David Lee Roth nos vocais. Mais uma confusão: David diz ao vivo na MTV que estava de volta à banda, inclusive haviam aparecido juntos em uma cerimônia de premiação, mas a banda nega e volta às férias.

Em 26 de abril de 2001, Eddie anunciou no site oficial da banda que fora examinado por três oncologistas e três neurocirurgiões, que afirmaram que ele estaria "mais saudável do que nunca e vencendo o câncer".

Em 2004, Sammy Hagar volta a banda e grava a coletânea "The Best of Both Worlds" com 3 músicas inéditas, faz uma turnê pelos Estados Unidos e sai da banda novamente deixando os fãs a ver navios. Há muitos rumores sobre uma volta da banda com David Lee Roth nos vocais, mas enquanto isso não se concretiza a banda continua inativa.

Em 2005, depois de uma nota publicada pelo baixista Michael Anthony, no site oficial, voltou a se questionar sobre o futuro da banda.

Em 2006 Sammy e o baixista Michael Anthony saem do grupo, e após isso o filho de Eddie faz os primeiros ensaios no baixo. Novamente é cogitado retorno de Dave. Eddie grava solo, pela primeira vez, duas músicas (instrumentais) para um filme adulto "Sacred Sin: Catherine e Rise". Ainda no mesmo ano, o site oficial da banda deixa de existir.

Em recente entrevista à revista "Guitar World Magazine", Eddie Van Halen declarou aquilo que milhares de fãs do grupo esperavam: ele e seus companheiros estão prontos para seguir em frente. E, de preferência, com David Lee Roth.

"Eu converso com Dave e falo: 'Cara, mexa-se, venha para cá e cante! Vamos lá'" - disse o líder do Van Halen. "Do jeito que a situação se encontra, a decisão depende de Dave. O que ele decidir disso tudo cabe somente a ele, mas nós já estamos prontos para seguir".

Em agosto de 2007 a banda Van Halen convoca uma coletiva e anuncia o tão esperado retorno, agora com a formação: David Lee Roth, Eddie Van Halen, Alex Van Halen e Wolfgang Van Halen, filho de Eddie que entrou no lugar de Michael Anthony para tocar baixo.

Estou postando o link para o 1º e excelente álbum e para o álbum 5150, que eu considero um dos melhores.
Lembrei dessa ótima banda e resolvi fazer um post em homenagem!
Espero que gostem!! Abraços.

22 de junho de 2008

21 de junho de 2008

Blues Traveler - Four


4º álbum, trouxe a banda aos olhos do público, fez muito sucesso, permanecendo na lista de singles da Billboard por mais ou menos um ano com "Run-Around".

Destaques ficam com "Stand", "Crash Burn" e a ótima balada "Just Wait".
Excelente disco de introdução para quem só ouviu falar deles mas ainda não conhece o som da banda.

Blues Traveler - Save His Soul


3º (e ótimo) álbum, mostra a evolução dos músicos e das letras.
Ótimas performances de John Popper e Bobby Sheehan.

18 de junho de 2008

Blues Traveler - Ótimas influências, ótima qualidade, ótimo de se ouvir!!!

Fico muito feliz ao ver a evolução desse estilo maravilhoso que é o Blues. Às vezes, ouço umas raízes como Robert Johnson, Muddy Waters, BB King e vejo o quanto esses caras foram influentes e o quanto essa galera mais nova consegue manter a qualidade do estilo, fazendo uma música bem aninada, dançante e com muito “swingão”.

A Blues Traveler tráz um som de extrema qualidade musical, com grandes músicos, grandes músicas e uma originalidade deliciosa de se escutar.

Baseada em Nova York, esse quarteto de blues-rock foi formado em 1988 pelo vocalista/gaitista John Popper, o guitarrista Chan Kinchla, o baixista Bobby Sheehan e o baterista Brendan Hill.

Estou postando os dois primeiros álbuns da banda para que vocês possam analisar e me falar o que acham. Eu simplesmente não consigo dizer qual dos dois é o melhor.

1º Álbum

2º Álbum

12 de junho de 2008

Coisas para conhecer melhor...


Dave Matthews Band


Blues Traveler
Graças ao Erick, lembrei de algumas bandas muito boas e que eu, infelizmente, ainda não conheço muita coisa. "Dave Matthews" e "Blues Traveler". A primeira, acho que pela obra muito vasta, não conheci o suficiente. A segunda, por puro esquecimento mesmo, já que tudo que eu ouvi deles achei muito legal.

Enfim, estou ouvindo bastante as duas bandas e logo mais estarei postando álbuns das duas. Muita qualidade, muita originalidade e muita diversão ao ouvir ambas.
Como sempre, haverá um pouco das histórias das bandas, algumas curiosidades e muita música!!! Abraços e aguardem.

4 de junho de 2008

Bo Diddley - Homenagem ao grande astro.

Bo Diddley (30/12/1928 – 02/06/2008), foi um influente cantor, compositor e guitarrista de blues norte-americano.

Batizado de Ellas Bates, ele mais tarde mudaria seu nome para Ellas McDaniel devido à sua mãe adotiva, Gussie McDaniel. Entretanto, ele usa o nome artístico Bo Diddley, provavelmente um jargão dos negros do sul dos Estados Unidos que significa "nada por enquanto". Outra fonte diz que este apelido era de quando foi boxeador.

Diddley ganhou a primeira guitarra de sua irmã ainda na juventude (na mesma época, frequentava aulas de violino). Sua principal influência para se tornar um artista de blues veio de John Lee Hooker.

Ele é mais conhecido pela "batida Bo Diddley", uma batida meio rumba feita usando-se a clave. Esta batida seria usada por vários outros artistas, incluindo Johnny Otis e sua "Willie and the Hand Jive" e Buddy Holly em "Not Fade Away", assim como canções mais obscuras como "Callin' All Cows" dos Blues Rockers.

O ritmo é tão importante na música de Bo Diddley que a harmonia é frequentemente reduzida a uma inclusão mínima. Suas canções (por exemplo, "Hey Bo Diddley" e "Who Do You Love?") na maioria não apresentam mudanças de acorde; isto é, elas não foram compostas com claves musicais, e o músico tem de cantar e tocar no mesmo acorde durante todo o tempo.

Vários artistas gravariam suas versões das canções de Diddley através dos anos. Os Animals gravaram "The Story of Bo Diddley", os Yardbirds "I'm a Man" e tanto os Woolies quanto George Thorogood alcançaram sucesso com "Who Do You Love", também a favorita dos The Doors.

Bo Diddley usa uma variedade de outros estilos, do back beat ao pop, frequentemente com o uso das maracas de Jerome Green. Ele foi também um influente guitarrista, com vários efeitos especiais e outras inovações no tom e no ataque. Ele também toca violino e violoncelo; este último é o destaque de sua triste instrumental "The Clock Strikes Twelve".

Embora Diddley tenha alcançado sucesso de público, ele raramente direcionava suas composições para o público adolescente. A exceção mais notável é provavelmente o álbum "Bo Diddley's a Surfer", que apresentava a canção "Surfer's Love Call". Apesar de nunca ter subido numa prancha, Bo excerceu uma influência definitiva nos guitarristas de surf rock.

Em complemento às várias músicas lançadas por ele, Diddley escreveu o pioneiro sucesso pop "Love is Strange" para a dupla Mickey Baker e Sylvia Vanderpool (sob um pseudônimo, para aumentar seus royalties).

Doença e morte

Em 17 de maio de 2007, foi anunciado a internação de Diddley no Creighton University Medical Center em Omaha, Nebraska, depois de um derrame durante uma apresentação em Council Bluffs, Iowa, em 13 de maio. Ele já apresentava um histórico de hipertensão e diabetes, e exames indicaram que o derrame afetou o lado esquerdo de seu cérebro, compromentendo a fala e compreensão.

Em agosto de 2007, Diddley sofreu um incidente cardíaco enquanto se submetia a um check-up médico e foi internado em um hospital da Flórida.

Diddley faleceu em 2 de junho de 2008, aos 79 anos, em sua casa na Flórida.

O link é para o álbum The Blues Collection Vol. 5, que trás uma coletânea bem legal.

http://www.badongo.com/file/9728364


1 de junho de 2008

The Breeders - Pra quem curte um Indie dos antigos!

>>>>The Breeders, banda de Indie Rock liderada pelas gêmeas Kim & Kelly Deal, lança o sujo e delicioso disco “Mountain Battles”

"Demora sempre, mas vale a pena esperar por um novo trabalho da Breeders, banda paralela da ex-baixista do Pixies, Kim Deal, em parceria com sua irmã gêmea, Kelly. Seu primeiro disco, “Pod”, é de 1990; o segundo, “Last Splash”, de 1993, saiu em plena era grunge; e o terceiro, “Title TK” é de 2002.

Seis anos depois desse último, as vozes doces das duas se reencontram em “Mountain Battles”. E é sempre muito reconfortante ouvir essas gêmeas, quase sempre em coro psicodélico, entoando letras malucas em faixas que passeiam entre o indie e o folk, po rmomentos de pura viagem e até por uma balada dramática cantada com bom humor no melhor estilo mexicano choroso.

Outra sensação boa de ouvir “Mountain Battles” está no espírito barato de gravação, que parece ter sido feita em único take. Nada de “High Fidelity” ou de som cristalino; alguns ruídos e chiados fazem parte do som da Breeders.

Essa sonoridade suja é especialidade do produtor Steve Albini, que produziu “Surfer Rosa” dos Pixies, “In Utero” do Nirvana, e o primeiro das gêmeas , “Pod”, um dos discos mais curtos e poderosos do universo Indie do século passado.Albini é um grande defensor de equipamentos analógicos, detesta CDs e prefere mesmo o ruidoso vinil. Assim, sua produção em “Mountain Battles” se encaixa perfeitamente no espírito caseiro e relaxado das tranquilas irmãs Deal, principalmente na estréia, em 1990.

Mas não significa que a Breeders tenha lançado um álbum idêntico ou até mesmo inferior ao primeiro. Ouça a faixa 2, “Bang On”, curta, grossa e dançante, ou a agitada “German Studies” e se apaixone pela originalidade de Kim e Kelly".

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Isso tudo, quem escreveu, foi Leandro Fortino, para o Folhateen. Concordo com ele, porém acho que é uma banda pra ser escutada com paciência, pois é cheia de altos e baixos (alguns discos mais baixos que altos), mas não é, de forma nenhuma, ruim.

Link do último álbum, para que possam entender melhor o que eu quero dizer. Apesar de que, nesse álbum, eles estão com mais altos que baixos.


http://www.badongo.com/file/9684705