21 de dezembro de 2008

Feliz Natal para todo mundo!!!

Fim de Ano, Natal, Ano Novo, Férias...

É isso aí galera, chegamos mais uma vez ao final de ano. Muitas festas, comemorações, etc...
Vou dar uma pequena folga aqui no Blog, quero dizer, não vou postar muita coisa esses dias, quero descansar um pouco, mas em Janeiro volto com muita coisa legal.

Tem bastante coisa pra postar e mesmo que os links não funcionem, vocês tem o nome, a ficha técnica, a história ou pelo menos alguma pequena informação de alguma obra, artista ou banda que realmente vale a pena conhecer, o que deixa muito mais fácil a escolha para procurar o download de outro lugar.

Espero que estejam gostando do Blog. Agradeço às mais de 30.000 visitas, idéias, críticas, opiniões, etc...

Um excelente Natal e um próspero e feliz ano novo para todos nós!

Abraços!!!

9 de dezembro de 2008

GRAMOFONE DIGITAL - Divulgando colegas de Blog.


Blog com muita coisa interessante, vale a pena dar uma conferida, Rock, Pop, novidades, vídeos, fotos, etc...

Bem legal, não deixem de conferir.

OBS. Para os "Beatlesmaníacos", muita coisa interessante.

Por onde anda...


Mais de 17 anos depois, Spencer Elden - que ficou conhecido como o bebê que ilustra a capa do álbum "Nevermind", do Nirvana - volta a mergulhar em uma piscina na Califórnia atrás de um dólar.

O agora adolescente recriou a capa do disco, lançado em 1991, e que alavancou a carreira da banda liderada por Kurt Cobain e o tornou um dos bebês mais famosos do rock. Na foto, divulgada pelo site da MTV americana, Spencer aparece de bermuda, deixando de lado o nu inicial da capa original do Nirvana.

"É estranho pensar que muitas pessoas já me viram pelado. Eu me sinto como o maior astro pornô do mundo", disse o adolescente ao site da MTV.

A foto original foi tirada pelo fotógrafo Kirk Weddle e a família de Spencer Elden recebeu a quantia de US$ 200 (!). Em 2001, o garoto já havia reproduzido a foto para uma reportagem da revista Rolling Stone. E em 2003, Elden também posou para outra capa de disco: "The dragon experience", da banda cEvin Key.

30 de novembro de 2008

RAPIDSHARE LIMITADO

É galera, parece que o RapidShare está com um limite de 10 downloads por arquivo, portanto, muitos links não estão funcionando!!

Quem quiser algum álbum específico, por favor, peça para mim no e-mail
xexav8@bol.com.br que eu faço o Upload e envio o link pessoalmente, em algum outro Servidor de downloads.

Desculpem o imprevisto.

Abraços a todos.

25 de novembro de 2008

Jonny Lang - Turn Around (2006)


Jonny Lang (nascido Jon Gordon Langseth Jr. em 29 de Janeiro de 1981), é considerado por muitos o garoto prodígio do blues de sua geração. Sua maneira de cantar e tocar lhe garantiu muitos elogios.

Começou tocando saxofone com os colegas de ginásio, enquanto tomava aulas de guitarra. Aos 12 anos de idade, passou a tocar com a “The Bad Medicine Blues Band”. Alguns meses mais tarde, com a ascensão de Lang, a banda passou a se chamar “Kid Jonny Lang & The Big Bang”. A banda então se mudou da pacata cidade de Fargo para Minneapolis, onde gravou o álbum de estréia, “Smokin’”, em 1995, cujo destaque era uma cover de Robert Johnson, “Malted Milk”.

O álbum vendeu muito bem e logo se tornou um hit regional. Essa vendagem e a grande aceitação do público pela “Kid Jonny Lang & The Big Bang” acabou culminando com a contratação de Jonny Lang pela A&M Records.

Jonny Lang teve estréia “solo” no ano de 1997 com o álbum “Lie To Me”, que rapidamente se destacou como um dos álbuns mais vendidos da safra de novos artistas.

Os críticos se deleitaram com “Lie To Me” e também com a maturidade em cantar e tocar de Jonny Lang, neste período com apenas 16 anos de idade.

Com o lançamento de “Lie To Me” e sua completa aceitação pelo público, Lang caiu na estrada acompanhando nomes como Aerosmith, The Rolling Stones, B.B. King e Blues Traveler.

O segundo álbum oficial de Lang não demorou a sair, e foi intitulado de “Wander This World”. Esse álbum é uma fusão de blues, r&b, rock e baladas. Segundo o próprio Lang: “O blues teve um bebê, e nós o chamamos de rock’n’roll”.

Destaque para suas aparições no filme “Blues Brothers 2.000” e no “Free Jazz Festival” de 1999, em São Paulo/SP, onde deixou boquiabertos os presentes com sua presença de palco, voz e guitarra. Suas principais influências são Stevie Ray Vaughan, Eric Clapton, Luther Allison e Albert Collins.

O próximo disco, Wander This World, foi lançado em 20 de outubro de 1998 e ganhou uma indicação ao Grammy. Logo após foi lançado o Long Time Coming em outubro de 2003. Lang também fez um cover de Dying to Live de Edgar Winter. O mais novo disco de Lang, com influência gospel, o Turn Around, foi lançado em 2006, e mais recentemente Lang ganhou o seu primeiro Grammy Award.

Em mais de dez anos de estrada, Lang fez turnê com os Rolling Stones, Aerosmith, B.B. King, Jeff Beck e Sting. Em 2004 Eric Clapton convidou Lang para tocar no Crossroads Guitar Festival para angariar fundos para o Crossroads Centre Antigua.

O cara é muito bom, som muito agradável de ouvir, voz super potente e guitarra clássica do blues com algum Rock 'N' Roll bem dosado. Espero que gostem.


23 de novembro de 2008

The Jimmy Rogers All-Stars Blues Band


Muito legal...

Sonny Boy - "Nine Below Zero"


Difícil foi achar uma foto da capa desse álbum, desculpem, deixo o trabalho pra vocês, mas o som vale a pena!!! Abraços.

Jimi & BB - The Kings' Jam


E quem sou eu pra falar alguma coisa...

Howlin' Wolf - Blusão "Nervoso"


Mais conhecido como Howlin’ Wolf, Chester Arthur Burnett nasceu em 1910, e desde pequeno já gostava de música; inclusive já não tinha um bom relacionamento com sua mãe porque ela dizia que ele tocava música do diabo. Quando ele tinha 13 anos, se mudou para a região do Delta com seu pai. Foi lá que ele realmente se apaixonou pela música, fascinado pelo blues local. Aos 18 seu pai lhe deu a primeira guitarra. E com quem aprendeu a tocá-la?

Com Charley Patton, o primeiro grande blues star do Delta. Sorte? Não sei. E depois aprendeu a tocar gaita com um gaitista relativamente conhecido, o Sonny Boy Williamson II, que era seu cunhado (que mundo pequeno, já foi blogado aqui!).

Além disso, ainda aprendeu a cantar ouvindo os discos de seus ídolos, como Blind Lemon Jefferson, Tommy Johnson, Leroy Carr, Lonnie Johnson, Blind Blake, entre outros. Nas suas primeiras apresentações até se vestia igual ao Blind Lemon Jefferson, como numa única foto que existe dele. E pra completar, quando ele não estava trabalhando na fazendo com seu pai, ele viajava pela região do Delta com vários músicos, como Robert Johnson, Sonny Boy, Patton, Son House e Willie Brown. Que início de carreira!!

Em 1948, se mudou para West Memphis onde montou sua própria banda e ganhou um programa na rádio local, onde tocava Blues e dava dicas sobre trabalho na fazenda. Com sua voz forte, presença de palco incrível (aliás, o apelido Wolf era por seu tamanho de ‘dar medo’ mesmo), em 1951 finalmente chamou a atenção de Sam Philips¹, que impulsionou sua carreira: gravou “Moanin’ At midnight” e “How Many More Years” e as mandou para RPM e Chess Records.

Entre as duas gravadoras, ele escolheu a Chess e se mudou para Chicago, onde morou até morrer, em 1976. Em Chicago (na década de 60), tinha uma competitividade com os músicos de lá, principalmente com Muddy Waters, que apesar de amigos, a rivalidade entre eles não era tão amigável como os fãs pensavam. Muitos músicos que trabalharam com os dois, disseram que Wolf era mais profissional que Waters. Enquanto Waters continuou firme e forte com a Chess Records, Wolf queria ser mais independente, e assim fez até os últimos anos de sua vida, dizia “I sing for the people”. Muitas das melhores músicas de Wolf, tinham participação de Hubert Sumlin².

Mas enquanto contratado, fez um bom trabalho pela Chess: escreveu músicas-símbolo do Blues, como “Smokestack Lightning” e “Killing Floor”. Agora, olha só isso: Willie Dixon escreveu essas pérolas especialmente para Wolf tocar: “Little Red Rooster”, “Backdoor Man”, “I Ain’t Superticious” e “Spoonful”. Aposto que conhecem essas!

Vários regravaram muito de Wolf: - “Little Red Rooster” foi gravado por Sam Cooke em 1963 e pelos Rolling Stones em 1964;

- The Yardbirds gravou “Smokestack Lightning” em 1964, e The Animals também, só que em 1966;

- Led Zeppelin gravou “How Many More Years” (só que mudaram o nome para “How Many More Times”). Eles também ‘transformaram’ “Killing Floor” na conhecida “The Lemon Song” no Led Zeppelin II;

- The Doors gravou “Back Door Man” no seu primeiro álbum e “Smokestack Lightnin'” somente em alguns shows, como “Stockholm ‘67” LP; Back Door Man ficou muito famosa na voz de Jim;

- The Jimi Hendrix Experience cantou “Killing Floor” algumas vezes;

- Cream também regravou “Sitting on Top of the World”;

- Soundgarden regravou “Smokestack Lightning” no seu primeiro álbum,

- Clutch cantou “Who’s Been Talking” no “Robot Hive/Exodus”;

- Stevie Ray Vaughan cantou “Shake for me” no álbum ao vivo “In the Beginning”, copiando até o solo, tocado originalmente por Hubert Sumlin;

¹ Sam Philips foi quem descobriu, simplesmente: Elvis Presley, Carl Perkins, Jerry Lee Lewis, Charlie Rich e Johnny Cash.

² Hubert Sumlin: Esse cara é ÍDOLO de, nada menos que Eric Clapton, Jimmy Page, Stevie Ray Vaughan, Peter Green e Jimi Hendrix, entre outros.

Deixo para vocês o link para o álbum ''The Wolf Is At Your Door'', espero que curtam!!

5 de novembro de 2008

Pequena pausa


É isso aí galera, tudo do Midnight pra vocês, espero que estejam gostando.

Vou dar uma sumidinha, já que na próxima semana vou para os Jogos Abertos competir e volto só no outro final de semana.

Mas, assim que voltar, vou colocar alguns álbuns de Blues que eu tenho aqui.

Muita coisa boa, é só esperar.

Um abraço!

4 de novembro de 2008

16º - 20.000 Watt R.S.L. (1997)


Deixei esse por último, já que considero o mesmo, um excelente "Greatest Hits".
Muito bom também pra quem não conhece a banda, já que mostra excelentes exemplos de várias fases de sua carreira. Uma música melhor que a outra!!!

Abraços e vou ficando por aqui com essa que considero uma das minhas 3 bandas preferidas.

15º - Capricornia (2001)

14º - The Real Thing (Unplugged 2000)


Ótima compilação de acústicos de estúdio e "ao vivo", com o cover do clássico "The Real Thing", de Russel Morris. Aproveitem.

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3 de novembro de 2008

13º - Redneck Wonderland (1998)


http://rapidshare.com/files/159898538/1998RedneckWonderland.zip

Não esqueci do "20.000 Watt R.S.L.". Mas é que por ser uma (ótima) coletânea, prefiro deixá-lo por último.

12º - Breathe (1996)

11º - Earth And Sun And Moon (1993)

10º - Scream In Blue (Live 1992)



http://rapidshare.com/files/160299515/1992ScreamInBlueLive.zip


Eu sei que muitos estão dizendo "Ah, mas esse não é de estúdio, é ao vivo!" Pois é, eu sei, mas é que muitas bandas têm seus "live albums" clássicos, e esse, sem dúvida nenhuma, é um deles.

9º - Blue Sky Mining (1990)

2 de novembro de 2008

8º - Diesel And Dust (1987)

7º - Species Deceases (1985)

6º - Red Sails In The Sunset (1984)

5º - 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1 (1982)

4º - Place Without A Postcard (1981)

3º - Bird Noises (1980)

2º - Head Injuries (1979)

1º - Midnight Oil (1978)

Midnight Oil - Álbuns por ordem de lançamento

Ao longo da semana, vou colocar todos os álbuns de estúdio para download. Não vou fazer nenhum comentário, já que considero cada álbum dos "Oils" uma obra de excelente qualidade. Espero que gostem. Fiquem à vontade para comentar, reclamar, informar, etc... Abraços.

26 de outubro de 2008

Midnight Oil - Tributo


Para mim, sem dúvida, está entre as 3 melhores.

APRESENTAÇÃO

O Midnight Oil é conhecido em todo o mundo como uma banda de ideais políticos e ambientais fortes. Sua maneira de abordar tais temas transformou suas canções em hinos e suas apresentações em comícios, mantendo vivo o espírito contestador e inconformista do rock. Os Oils, como são chamados pelos fãs, também ficaram conhecidos por terem obtido legalmente junto à gravadora, pleno controle sobre sua obra artística, não se submetendo as regras do mercado fonográfico.

As canções têm, em geral, um cunho ativista de proteção ao meio ambiente e de viés de esquerda. O próprio Rock australiano se confunde com o Midnight Oil. Liderados pelo emblemático Peter Garret a banda, sempre usou de um som poderoso, muito influenciado pelo Punk Rock e pela New Wave dos anos 80, com letras de cunho político sem pedantismos.

OBJETIVOS E PROPOSTAS

As causas sociais do povo aborígene, a degradação das florestas australianas e a própria destruição do mundo que vivemos eram os temas do MidnightOil. "Beds Are Burning" já dizia tudo: "Queimamos nosso próprio berço", "Dead Heart" (uma das mais lindas canções dos anos 80) celebra a vida,"Truganini" é um emocionado tributo para a última aborígene da Tasmânia (presa numa corrente e posta como item de museu vivo, ela morreu após uma greve de fome no começo do século XX), "Forgotten Years" fala das mortes na 2ª Guerra Mundial; enfim, tudo aliado a uma bela melodia, as vezes furiosa, as vezes melódica.

A canção The Dead Heart, do álbum Diesel and Dust, foi composta a pedido dos Aborígenes australianos para celebrar a devolução de suas terras por parte do governo da Austrália após uma longa batalha judicial. Após esta canção estourar nas paradas de Londres e Nova York a banda se tornou ainda mais conhecida mundialmente.

Em 24 de março de 1989 um petroleiro chamado "Bligh Reef" se chocou com um iceberg, perfurando seu casco e provocando um vazamento de l0 milhões de galões de óleo no Alaska, causando a maior catástrofe ecólogica que se tem notícia, fato que levou a banda a fazer um show surpresa em Nova York em frente a sede da empresa proprietária do Petroleiro, além de usar imagens do desastre no clipe da canção River Runs Red, carimbando a proposta ecologicamente correta do Midnight Oil.

EVOLUÇÃO DA BANDA

No início a banda girava em torno de três amigos Jim Moginie, Rob Hirst e Andrew James, que em 1972 formaram o The Farm. A banda fez apresentações antológicas e conquistou uma legião de fãs especialmente surfistas da cidade de Sidney. O Farm continuou como um trio até 1975, a entrada de um estudante de direito chamado Peter Garret agitou mais ainda os shows da banda que nessa época fazia uma mistura de AC/DC e Focus.Com o relativo sucesso da banda, no final de 1976 a banda muda seu nome para Midnight Oil. No início de 1977 um novo membro se junta à banda, o guitarrista Martin Rotsey. Com novo nome e formação o Midnight Oil passa a compor novas músicas com letras mais políticas.

Em 1978, o Midnight Oil criou o seu próprio selo chamado "Powderworks" e por ele lançaram seu primeiro álbum intitulado "Midnight Oil". O álbum trouxe grandes canções como "Used and Abused", "Run by Night" e claro, a faixa "Powderworks". Estas músicas demonstravam um enorme poder de fogo da banda que parecia não acabar. O álbum os levou às paradas australianas. O relativo sucesso a um segundo disco lançado em 1979, chamado Head Injuries, não demorando a fazer ainda mais sucesso que o primeiro. No ano seguinte o baixista e um dos fundadores da banda Andrew James é forçado a sair por problemas de saúde e para seu lugar é recrutado Peter Gifford. No mesmo ano a banda lança o EP "Bird Noises", com quatro músicas inéditas.

Em 1981 os Oils mudam para a Inglaterra onde gravam o impecável "Place Without a Postcard", um álbum recheado de clássicos e ainda mais político que os anteriores. Na metade do ano seguinte a banda grava "10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0" um de seus melhores álbuns, ponto alto na discografia da banda. Surgiram hinos como "Power and Passion", "Read About It" e "U.S. Forces". Este álbum é um dos marcos da música australiana. Esse disco os levou ao 3º lugar nas paradas onde permaneceram por meses e vendeu a incrível marca de 250.000 cópias.

Os The Oils celebraram também o lançamento de seu álbum pela primeira vez no exterior, assinando contratos com a CBS na Inglaterra e com a Columbia nos EUA.No início de 1983 eles participaram do Festival "Myer Music Bowl", realizado em Melbourne com o objetivo de ajudar na campanha do "Desarmamento das Bombas Nucleares". No ano seguinte eles foram para Tóquio - Japão, onde gravaram seu próximo álbum com o mesmo produtor de "10,9,8...". "Red Sails in the Sunset" foi lançado em outubro e marcou uma fase mais experimental na parte instrumental da banda. O disco incluía muitos efeitos eletrônicos misturados ao característico som de guitarra da banda. Em 1985 a banda lança outro EP, "Species Deseases", lançado em meio a uma fase de transição da banda, e conta com 4 músicas inéditas, entre elas Progress e Hercules, duas excelentes músicas.

No inverno de 1986 partiram para uma espetacular turnê, "Blackfella/Whitefella" no deserto Australiano, para se apresentar para as comunidades Aborígines. Estas apresentações contaram com a extraordinária banda local Warumpi, formada inteiramente por Aborígines. O escritor Andrew McMillan documentou toda esta turnê no livro "Strict Rules", que mostra como a música pode mudar toda uma cultura.Em 1987 o Midnight Oil atinge o auge de seu sucesso com o lançamento do álbum "Diesel and Dust". O álbum inspirado na turnê "Blackfella/Whitefella" é considerado até os dias de hoje um dos maiores álbuns já lançados em toda a Austrália. Poderoso, dinâmico e revelador, músicas como "Beds are Burning", "Put Down that Weapon", "Dreamworld", "The Dead Heart" e "Sell My Soul", foram instantaneamente convincentes para que eles fossem considerados a melhor banda de rock surgida na Austrália nos anos 80.

Com o álbum "Diesel and Dust", eles alcançaram o topo das paradas na Austrália, ficaram em 19º na Inglaterra, 1º na França e 21º nos Estados Unidos. Após uma exaustiva turnê a banda retorna aos estúdios, após 2 anos a banda lança "Blue Sky Minning"outro marco na carreira da banda e da música mundial. O álbum vendeu 2 milhões de cópias e se transformou em um clássico do rock australiano. O Oils passaram o resto de 1990 excursionando pelos EUA e pela Europa.

Esta turnê culminou em uma das melhores apresentações da banda, em Nova York, na ilha de Manhattam, no show protesto contra o vazamento de óleo acontecido no Alaska (citado acima). Protesto que atraiu a atenção mundial para a causa e subseqüentemente foi lançado um documentário chamado "Black Rain Falls", gerando fundos para o Greenpeace. Retornando à Austrália em novembro do mesmo ano, eles fizeram uma grande turnê por todo o país depois de 3 anos afastados e ainda faturaram o prêmio "Crystal Globe Award", por terem vendido mais de 5 milhões de cópias de "Blue Sky Mine" fora da Austrália. Em 1991 a banda tirou férias e seus membros fizeram participações em diversas outras bandas. Em junho de 1992 a banda lançou o álbum ao vivo "Scream in Blue Live", um álbum em que a banda fez questão de registrar a sua fúria em palco. Vale lembrar que o álbum contém músicas registradas entre um período de 8 anos (1982 – 1990).

Em 1993 a banda lança Earth, Sun and Moon, o nono álbum de estúdio, outro sucesso mundial. Os singles "My Contry" e "Truganini" ganharam status de clássicos. Em 1995 eles gravam o álbum "Breathe" que só seria lançado em 1996. Depois disto veio a coletânea "20,000 Watt R.S.L.", lançada em novembro de 1997 e que vendeu 150 mil cópias somente na Austrália. Com esta vendagem a banda recebeu um álbum de platina. O CD conta com 18 faixas consagradas e o encarte do CD é um show a parte.Em 1998 os Oils lançam "Redneck Wonderland". Um álbum experimental que inclui arranjos eletrônicos e guitarras furiosas. No ano seguinte a banda lançou uma espécie de acústico, um CD que conta também com algumas músicas até então inéditas, na verdade 3 novas composições e uma cover. O CD "The Real Thing" traz todos os grandes clássicos em versões ao vivo tiradas do acústico MTV gravado em Nova York.

Já no final de 2001 foi lançado um novo CD da banda, "Capricornia". O álbum tem 11 faixas e conta ainda com um CD Rom que mostra uma espécie de "Making of..." do processo de composição do álbum.

Após o lançamento de "Capricornia" e uma turnê pelo mundo o Midnight Oil encerrou suas atividades. O principal motivo foi a saída do insubstituível vocalista e "front-man" Peter Garret em 2002.Em 2004 Garret foi eleito para uma cadeira no congresso australiano o que dificultará a volta da banda. Pelo menos por enquanto.

FORMAÇÃO ORIGINAL
•Peter Garrett (vocais)
•James Moginie (guitarra, teclados)
•Martin Rotsey (guitarra)
•Robert Hirst (bateria)
•Andrew 'Bear' James (baixo 1972-1980)
•Peter Gifford (baixo 1980-1987)
•Dwayne "Bones" Hillman (baixo 1987-2002)

DISCOGRAFIA
•Midnight Oil (1978)
•Head Injuries (1979)
•Bird Noises (1980)
•Place without a Postcard (1981)
•10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1 (1982)
•Red Sails in the Sunset (1984)
•Species Deceases (EP) (1985)
•Diesel and Dust (1987)
•Blue Sky Mining (1990)
•Scream in Blue (Live, 1992)
•Earth and Sun and Moon (1993)
•Breathe (1996)
•20,000 Watt R.S.L. (1997)
•Redneck Wonderland (1998)
•The Real Thing (2000)
•Capricornia (2002)
•Best Of Both Worlds (2004)

21 de outubro de 2008

Live - Radiant Sea (A Collection of Bootleg Rarities and Two New Songs)

Link para o último lançamento da banda, consiste em versões ao vivo de 10 músicas famosas mais duas músicas de estúdio, inéditas. Achei bem interessante. Aproveitem. O álbum pode ser adquirido apenas nos shows ou pelo site www.FriendsofLive.com

19 de outubro de 2008

Live - Songs From Black Mountain


Penúltimo álbum lançado pela banda. Espero que gostem.

Live - Uma das minhas 10 melhores bandas.



Banda americana de rock alternativo/pós-grunge, são de York, Pennsylvania, formada por Ed Kowalczyk (vocalista principal e guitarra), Chad Taylor (guitarra), Patrick Dahlheimer (baixo) and Chad Gracey (bateria e percussão). O Live também já excursionou com o irmão mais novo de Ed, Adam Kowalczyk como rhythm guitar, assim como com o tecladista inglês Michael "Railo" Railton, e Christopher Thorn do Blind Melon. Ascenderam do nível de modesta banda de rock moderno para o sucesso na mídia mundial pela força de seu primeiro álbum, Throwing Copper, de 1994, que vendeu mais de 8 milhões de cópias nos EUA. Subiram para o primeiro lugar na 52ª semana que estavam nos “charts”. É o terceiro álbum que sobe ao topo da lista depois de um ano ou mais presente nela (Os outros dois são Fleetwood Mac em 1976, atingindo o pico na 58ª semana e Forever Your Girl, de Paula Abdul em 1989, que detém o recorde com 64 semanas. São bastante conhecidos por seus hit singles Selling the Drama, Lightning Crashes (que ficou no topo da Billboard Hot Mainstream Rock Tracks por 12 semanas consecutivas), I Alone, Lakini's Juice, The Dolphin's Cry, Simple Creed e Heaven. Até hoje, a banda vendeu aproximadamente 20 milhões de cópias no mundo inteiro.


O Começo
Kowalczyk, Taylor, Dahlheimer e Gracey juntaram–se para participar de um show de talentos do ensino médio na cidade de trabalhadores York, na Pennsylvania. Permaneceram unidos durante toda a “High-School”, passando por uma variedade de nomes (como First Aid, Club Fungus, Paisley Blues, Action Front e Body Odor Boys) e covers new-wave, formando o selo Public Affection e gravar uma fita cassete de originais, lançada por eles mesmos, The Death of a Dictionary, em 1989. Logo após 1990, a Public Affection lançou um EP de demos, produzido por Jay Healy, entitulado Divided Mind, Divided Planet através de sua lista de correspondência Black Coffee. Viagens freqüentes para New York para tocar no CBGB ajudaram a banda a fechar um contrato com a Radioactive Records em 1991. Com o nome novo “Live”, a banda entrou no estúdio com o ex-tecladista do Talking Heads Jerry Harrison naquele ano e começaram a gravar o EP Four Songs, de 1991. O single “Operation Spirit (The Tyranny of Tradition)” chegou ao 9º posto no chart de rock moderno, e trilhou o caminho para o primeiro álbum completo da banda, em 1991 Mental Jewelry, produzido por Harrison, e que atingiu a 73ª colocação nos charts. As letras do álbum, escritas por Kowalczyk, eram fortemente inspiradas pelo orador hindú Jiddu Krishnamurti.


Atualmente
Em 2005, o Live assinou com o selo Epic, da Sony BMG Music Entertainment e lançou o novo álbum Songs from Black Mountain em junho de 2006. O álbum atingiu o 3º posto nos charts independentes da Billboard. Em 14 de setembrode 2007, a banda lançou seu primeiro álbum desde 1989 com seu próprio selo (Action Front Records), Radiant Sea: A Collection of Bootleg Rarities and Two New Songs, apresentando 2 músicas novas: "Beautiful Invisible" e "Radiant Sea". Gravaram também seu primeiro DVD ao vivo na Holanda, durante 2 shows em Paradiso , nos dias 30 de junho e 1 de julho. Passaram o resto do verão de 2008 em turnê pelos EUA com a banda Blues Traveler e Collective Soul, e estarão voando para a Europa ainda nesse outono para uma longa turnê.


Considerações Finais
O Live é, sem dúvida, umas das minhas 10 bandas preferidas (tentei escolher 5 preferidas, mas desulpem, não consegui!). Só por curiosidade, aí vai a minha lista das 10 bandas (fora os artistas em carreira solo) que eu mais gosto (pelamordeDeus, não é por ordem de importância!!!):
01- Midnight Oil;
02- Live;
03- Dire Straits;
04- Rush;
05- Iron Maiden;
06- 10.000 Maniacs;
07- Counting Crows;
08- Helloween;
09- Rolling Stones;
10- Motorhead

18 de outubro de 2008

Correria...

É galera, graças à Deus estou trabalhando bastante, por isso a demora para novos posts, mas prometo que nesse final de semana vou colocar coisas bem legais!
Abraços e não percam!!!

4 de outubro de 2008

Marillion - Algumas coisinhas...

Vamos lá... Primeiro, o álbum ''Anoraknophobia'', de 2001.
Depois ''Marbles'', de 2004, na versão deluxe. E, por fim, o single ''Market Square Heroes'', lançado em 1982 e que tinha em seu lado B, a épica ''Grendel'', de mais de 17 minutos. Espero que gostem e que tenham um bom fim de semana!

http://rapidshare.com/files/150757540/Marillion_-_Marbles_Deluxe_Edition.zip

http://rapidshare.com/files/150741781/Marillion_-_Market_Square_Heroes.zip






27 de setembro de 2008

Marillion - Grande representante do Progressivo dos anos 80


A banda foi formada em 1979, originalmente como Silmarillion, uma referência ao livro de J.R.R. Tolkien Silmarillion. O nome foi encurtado em 1980, após ameaças de ações legais contra a propriedade intelectual do nome criado por Tolkien. Os primeiro trabalhos do Marillion continham as letras poéticas e introspectivas de Derek William Dick, mais conhecido como “Fish”, moldados com arranjos musicais complexos e sutis, refletindo as influências claras da banda com o rock progressivo, especialmente de bandas como Genesis, Van der Graaf Generator, Rush (principalmente na fase dos anos 1970) e Yes.

Lançaram seu primeiro single em 1982, Market Square Heroes no lado A e que continha o épico Grendel, de 17 minutos, no lado B. Em 1983 a banda lançou seu primeiro álbum, Script for a Jester's Tear. Apesar do clima sombrio do disco em si, o álbum surpreende pelos instrumentais bem trabalhados e pela intensidade de sua concepção musical.

Para os fãs de rock progressivo mais aficionados, este foi o melhor álbum. A crítica o considera uma referência para todo o gênero progressivo. O segundo álbum, Fugazi (1984), foi construído sobre o sucesso do primeiro álbum e com uma nítida influência de música eletrônica. Lançaram então em novembro de 1984 seu primeiro álbum ao vivo, Real to Reel.

O terceiro álbum Misplaced Childhood, de 1985, foi o mais bem sucedido comercialmente da banda. O álbum Clutching at Straws (1987) reforçou o apelo mais melódico dos dois discos predecessores e lidou com temas como o excesso, alcoolismo e a vida na estrada, representando a rotina da banda em suas turnês, o que também acabou resultando na saída de Fish da banda, partindo este para a carreira solo. A perda do líder deixou uma grande marca na banda e a projetou para uma sensível mudança de direcionamento e estilo musicais.

Após batalhas legais, o contato entre Fish e os outros quatro membros do Marillion não foi refeito até 1999. Apesar de atualmente estarem em relações cordiais, ambas as partes deixaram claro a impossibilidade em uma reunião da banda nos termos anteriores a 1988.

A era H

Após a divisão, a banda realizou turnê com Steve Hogarth, ex-tecladista e vocalista do The Europeans, preenchendo o lugar de Fish. Hogarth estava em situação complicada, pois a banda já havia gravado alguns demos para o próximo álbum, que se tornaria Seasons End, com Fish nos vocais e suas letras. Hogarth teve que recriar as letras para as canções já existentes juntamente com o autor John Helmer. O segundo álbum de Hogarth com a banda, Holidays In Eden, foi o primeiro que ele escreveu em parceria com a banda e inclui a canção Dry Land, que Hogarth já havia escrito e gravado em projeto anterior com a banda How We Live.

Holidays In Eden é considerado por muitos como o álbum mais comercial do Marillion, contendo muitas faixas adequadas ao formato de rádio. Entretanto, seu sucessor foi Brave, um extenso e bem amarrado álbum conceitual que exigiu da banda dezoito meses para ser lançado. Ele também marca o início do relacionamento do Marillion com o produtor musical Dave Meegan. Um filme independente, baseado no álbum, que contava com a presença da banda, também foi lançado. Enquanto aclamado pela crítica, não obteve sucesso comercial, mas é atualmente considerado um dos melhores álbuns de rock progresivo lançado nos anos 1990.

O próximo álbum, Afraid Of Sunlight, foi lançado às pressas, tornando-se o último trabalho da banda com a gravadora EMI. Entretanto, é considerado como um dos álbuns clássicos da banda. Conta com a faixa Out of This World, uma canção sobre Donald Campbell, que morreu enquanto tentava quebrar um recorde de velocidade na água. A canção inspirou os esforços para recuperar das águas Campbell e o Bluebird K7, o barco com o qual ele se acidentou. As buscas terminaram com sucesso em 2001 e tanto Steve Hogarth quanto Steve Rothery foram convidados para a ocasião.

Os álbuns e eventos seguintes foram uma tentativa da banda de encontrar seu lugar no mercado da música. This Strange Engine foi lançado em 1997 com pouca divulgação de sua nova gravadora, a Castle Records e a banda não conseguiu financiamentos para realizar turnês pelos Estados Unidos. Apesar disso, seus fãs norte-americanos conseguiram resolver o problema ao arrecadar $60.000 para trazer a banda ao seu país.

O décimo álbum da banda, Radiation, mostrou a banda usando uma abordagem drasticamente diferente para se tornar mais moderna e refletir as influências de bandas alternativas como Radiohead, tendo sido recebido pelos fãs com reações diversas. O álbum Marillion.com foi lançado no ano seguinte e mostrou progresso da banda nessa nova direção. A banda, ainda insatisfeita com sua situação perante as gravadoras, decidiu tentar arrecadar fundos para a gravação de seu próximo álbum através dos fãs ao aceitar pré-compras antes mesmo do álbum ter sido lançado. A resposta foi bastante positiva, e eles conseguiram arrecadar mais fundos que o próprio custo da produção para gravar e lançar Anoraknophobia em 2001. O Marillion conseguiu desfazer um contrato com a EMI para auxiliar na distribuição dos álbuns, permitindo à banda todos os direitos autorais de sua música.

O sucesso de Anoraknophobia permitiu aos cinco a gravação de outro álbum, mas a banda decidiu utilizar novamente seus fãs para ajudar na arrecadação de dinheiro através de promoções do novo álbum. Novamente a resposta do público foi bem sucedida, e Marbles foi lançado em 2004, com uma versão dupla disponível somente através da página oficial da banda.

A banda lançou os singles You're Gone e Don't Hurt Yourself, ambos tendo alcançado as paradas britânicas. O Marillion continuou em turnê durante o ano de 2005, tocando em vários festivais e embarcando em turnês acústicas pela Europa e Estados Unidos. Um novo DVD foi lançado em fevereiro de 2006, um documentário sobre a criação, promoção, lançamento e as turnês do seu álbum Marbles.

Em abril de 2007 o Marillion lança, novamente de maneira independente, seu décimo terceiro disco: Somewhere Else.

Curiosidades

Vários álbuns do Marillion contêm referências ao Pink Floyd. Uma delas está na ilustração do álbum Fugazi, que mostra um quarto desarrumado. No assoalho do cômodo é possível ver a capa do álbum A Saucerful of Secrets. Outra pista deixada por Fish no álbum Misplaced Childhood é a canção White Feather. Fish canta ...divided we stand, together we rise, o que é uma distorção de together we stand, divided we fall, o último verso de Hey You, também do álbum The Wall.

21 de setembro de 2008

Syd Barret - Crazy Diamond Box Set - Madcap Laughs


O link é para o álbum “Crazy Diamond Box Set - ''Madcap Laughs''”, lançado em 1970 e primeiro álbum solo de Syd Barrett, gravado no Abbey Road Studios entre 28 de maio de 1968 e 5 de agosto 1969.

O álbum, que marcou o início do que seria uma curta porém fantástica carreira solo, foi lançado logo após Syd ter sido substituído por David Gilmour no Pink Floyd. Barrett começou a gravar algumas sessões com o seu então empresário Peter Jenner em maio de 1968. Apesar das sessões serem curtas e de eles terem produzido um material de qualidade, o projeto foi abandonado por quase um ano, do qual Syd passou grande parte recluso.

Em abril de 1969, Malcom Jones avançou com o projeto e Barrett começou a trabalhar com um material mais novo, enquanto gravava as sessões de 1968. Músicos contratados (na verdade, membros do Soft Machine e Jerry Shirley do Humble Pie) foram chamados para incrementar as músicas de Syd. Seu jeito de trabalhar, que era frequentemente desconcentrado, acabou irritando os produtores. Após várias sessões esporádicas, mais dois produtores (bem conhecidos por Barrett) foram chamados para ajudar.


Roger Waters e David Gilmour estavam no processo de conclusão do ambicioso álbum do Pink Floyd "Ummagumma" quando eles se envolveram com "The Madcap Laughs", ajudando Syd a terminar o álbum.


Uma das características do álbum foi que as músicas de Syd, muitas vezes, eram previamente gravadas com ele e seu violão, com Barret pulando e adicionando ritmos completamente à vontade (o que causava grande frustação dos múscos das sessões que tinham que acompanhar as imprevisíveis gravações).Depois de meses e meses de gravações descontínuas, o álbum pode finalmente ser julgado completo.


"Octopus" (faixa 1 do lado 2 do álbum) foi lançada com single em novembro de 1969 e o álbum em si foi lançado em 3 de janeiro de 1970. Ele alcançou o 40º lugar nas paradas do Reino Unido e foi relativamente bem aceito, embora muitos críticos tenham desde então apontado a exposição de algumas músicas, como "Dark globe" e "Feel", como sendo um desespero e uma reflexão do angustiado estado mental do Barrett de então. A maioria das músicas do álbum são mantidas em alta estima, com exceção de "Feel", "She took a long cold look" e "If it's in you", todas incoerentes e cantadas num "quase-grito" por Syd (o take de "Dark Globe" usado no álbum também retrata o violão sendo tocado fora-de-tempo e um vocal "desatraente" de Barrett; o take que aparece em "Opel" é geralmente considerado de grande superioridade).


Espero que tenham gostado dessa importante parte da istória do Rock.

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Syd Barret - Complicado, genial, louco, ''out of this world''...


Aproveitando a onda Floydiana desse blog, trago um pouco da história de um dos membros fundadores, em 1960, do Pink Floyd.

Roger Keith Barrett (1946 - 2006). Nascido em Cambridge, ao dia 6 de Janeiro de 1946, filho de um patologista chamado Arthur Barrett com uma inglesa típica chamada Winifred Barrett que apoiava a veia musical do filho e o encorajou para entrar na Cambridge County School. Barrett ganhou o apelido de Syd devido a um baterista local chamado Sid Barrett. Roger Barrett então começou a ser conhecido como Syd Barrett aos 15 anos, em 1961.


Após 4 anos, o jovem Syd Barrett, aos 19 anos se junta com amigos da Regent Polytechnic School, e após várias tentativas de se formar uma banda (passando por nomes como Abdabs, T-Set, Sigma 6) Syd se junta com Bob Klose, Roger Waters, Richard Wright e Nick Mason, fundando o “The Pink Floyd Sound” em 1966 e gravando 2 singles: “Lucy Leave” e “I’m a King Bee”. O guitarrista Bob Klose sai da banda, deixando Syd efervescer suas idéias acima dos outros componentes e começar a fazer pequenos shows no Underground Londrino.


No final de 1966 , Syd abrevia o nome da banda para Pink Floyd, nome este retirado de 2 bluesman da Califórnia , da década de 40: Pink Anderson e Floyd Council. Em 1967, o guitarrista Syd Barrett e a banda Pink Floyd assinam contrato com a EMI para gravar o single Arnold Layne, que fez um tremendo sucesso em clubes como UFO Club e Marqueé Club, todos fazendo parte da Swing London e da era da psicodelia. Aí começou o uso abusivo de drogas por parte de todos integrantes da banda. Mas Syd ia além. Ele experimentava qualquer mistura química que o deixasse fora do ar. “Ele fazia os almoços de domingo, e por vezes, ele era capaz de jogar meio repolho em sua direção” diz Mike Leonard , professor e dono da casa onde ensaiavam.

Originalmente era o vocalista, guitarrista e principal compositor da banda Pink Floyd, principalmente no seu primeiro álbum The piper at the gates of dawn (1967). Foi também o autor dos singles "See Emily Play" e "Arnold Layne", e ainda de dois álbuns a solo. Foi também um guitarrista inovador, um dos primeiros a explorar completamente as capacidades sonoras da distorção e especialmente da recém desenvolvida máquina de eco.

Embora a sua atividade na música pop tenha sido reduzida, a sua influência nos músicos dos anos 60 (e das gerações seguintes) especialmente os do Pink Floyd, foi profunda.


À medida que a popularidade dos Floyd aumentava, assim como o consumo de drogas psicotrópicas por parte de Syd (especialmente LSD), a sua apresentação nos concertos tornava-se mais e mais imprevisível e o seu comportamento geral um estorvo para o sucesso da banda. Os problemas vieram ao de cima durante a primeira turnê do grupo pelos Estados Unidos, no fim de 1967. Syd começou a ficar extremamente difícil e cada vez mais ausente; tendo essa ausência e o seu estranho comportamento começado a causar problemas ao grupo.

Conta-se muitas histórias sobre o comportamento bizarro e imprevisível de Syd, algumas delas sem dúvida falsas, mas outras sabe-se que foram verdade. Numa ocasião famosa, no programa de televisão de Pat Boone, recusou-se a fingir que atuava, ficando parado, braços caídos ao longo do corpo e olhando fixamente para a câmara. Noutro incidente bem conhecido, diz-se que antes de entrar em palco Syd teria esmagado uma caixa inteira de tranquilizantes Mandrax, misturou com uma grande quantidade de creme para cabelo Brylcreem, depois pôs a mistura sobre a cabeça e colocou-se por debaixo dos projectores de palco; a mistura viscosa derreteu e começou a escorrer pela sua cara dando a aparência de estar derretendo. Outra história diz que Syd apareceu no estúdio apresentando aos colegas uma música nova chamada Have You Got It Yet.

Conforme ele ia ensinando a canção ao grupo tornou-se óbvio que ele mudava os acordes cada vez que a tocava, tornando impossível a sua aprendizagem. Tem-se afirmado que os seus problemas com a droga não teriam sido apenas da sua responsabilidade, que ele era regularmente 'doseado' (drogado sem seu conhecimento) por "amigos" que lhe davam LSD todos os dias, embora antigos amigos de Syd Barrett tenham desmentido este fato num artigo sobre Barrett publicado no The Observer em 2002.

Quaisquer que fossem as causas, o que é certo é que passados apenas dois anos da formação do Pink Floyd, Barrett abandonou o grupo. Após ter gravado algumas partes do segundo álbum dos Pink Floyd, A saucerful of secrets em 1968 - incluindo Jugband Blues, que faz referências óbvias à sua crescente indiferença em relação à banda - Barrett foi dispensado do grupo.

A intenção original era de que Barrett continuasse a contribuir para a escrita e gravação e como ele era o principal compositor, havia a esperança que ele desempenhasse um papel semelhante ao do líder dos Beach Boys, Brian Wilson, que apesar de ter deixado de atuar ao vivo, tinha continuado a compor para o grupo. Mas Syd cada vez contribuía menos e o seu comportamento era cada vez mais errático, de tal forma que os outros membros do grupo deixaram de convidá-lo para os concertos e sessões de gravação.


O grupo contratou um velho amigo de Cambridge, guitarrista, David Gilmour, para primeiro aumentar a banda e depois substituir Syd nos concertos, mas depressa ficou óbvio que Syd nunca mais voltaria. A transição foi fácil pelo fato de Gilmour ser capaz de ocupar o lugar de Syd (foi Gilmour quem ensinou Barrett a tocar guitarra) e que mesmo que ao seu estilo faltasse o experimentalismo atrevido pelo qual Syd era conhecido, era considerado um vocalista e compositor talentoso e um guitarrista dotado. Assim, Gilmour tornou-se um membro permanente da banda, com o baixista Roger Waters tomando a liderança do grupo.

O declínio de Syd teve um profundo efeito na escrita de Gilmour e Waters e o tema da doença mental e a sombra da desintegração de Syd penetrou nos três álbuns de maior sucesso dos Pink Floyd, The dark side of the moon, Wish you were here e The wall.


Syd foi retirando-se do mundo da música aos poucos, embora tivesse feito uma breve carreira solo editando dois álbuns idiossincráticos mas bastante considerados The Madcap Laughs (1970) e Barrett (1971). A maior parte do material de ambos os álbuns foi escrita no seu período mais produtivo (fins de 1966 e princípio de 1967), acreditando-se que terá escrito muito pouco após ter deixado os Floyd.

O primeiro álbum apresenta fortes indícios do frágil estado de espiríto de Syd, com faixas como "Dark globe", que mostram claramente que apesar de ele ter bom material para trabalhar era práticamente incapaz de participar em algumas sessões. O segundo álbum mostra um maior esforço em conseguir um acabamento mais polido. Em ambos os álbuns Syd trabalhou com o empresário dos Floyd, Peter Jenner, com Waters, Gilmour e com membros dos Soft Machine.


Syd contribuiu também para a gravação do LP "Joy of a toy" de Kevin Ayers, embora a faixa em que ele tocou guitarra, "Religious Experience (singing a song in the morning)" não fosse comercializada até 2003.


Houveram algumas sessões para um terceiro álbum que foram abortadas e que segundo consta, terminaram após Syd ter atacado um empregado do estúdio que lhe apresentou umas letras escritas em vermelho e que Syd, presumindo que tratava-se de contas para pagar teria mordido a mão do funcionário. Syd passou muitos dos anos seguintes pintando e as poucas telas que ele deu ou vendeu são hoje muito valiosas. Syd continuou a pintar e muitas vezes a ouvir música, estando entre os seus favoritos os Rolling Stones, Booker T. & The MGs e compositores clássicos, não tendo dado nenhuma atenção a uma compilação do Pink Floyd que lhe foi oferecida.

Syd continuou sofrendo de doença mental, bem como de problemas físicos provocados por uma úlcera péptica; mais recentemente foi-lhe diagnosticado diabetes. Foi ocasionalmente hospitalizado, existindo muita especulação entre os seus fãs e a imprensa sobre as causas desses internamentos. De acordo com um artigo publicado em The Observer em 2002, Syd não tomava qualquer medicação e especula-se que poderia sofrer de uma forma severa da Síndrome de Asperger. Apesar do fato de Syd não ter aparecido ou falado publicamente desde 1973, o tempo não diminuiu o interesse na sua vida e obra, nem o interesse da imprensa na sua história; jornalistas e fãs continuaram a deslocar-se a Cambridge à sua procura, invadindo a sua privacidade.


O álbum de 1975 "Wish you were here" foi um tributo a Syd Barrett (que diz-se ter aparecido de surpresa numa sessão de gravação, afirmando estar pronto para trabalhar outra vez); a faixa "Shine on you crazy diamond", que abre e fecha o álbum, fala sobre Syd Barrett, pelo apelido que é reconhecido por alguns membros do Pink Floyd. A faixa " I know where Syd Barrett lives" de Television Personalities é outro tributo bem conhecido. Supostamente, Roger Waters, usou a partida de Barrett e a sua condição, como inspiração para o álbum The dark side of the moon, assim como, terá baseado o comportamento e personalidade de 'Pink', o principal personagem do filme The Wall, na vida real de Barrett.

Em 1988 a EMI editou "Opel", um álbum de material não editado de Barrett gravado em 1970. A EMI editou também "The best of Syd Barrett - Wouldn't you miss me?" no Reino Unido em 16 de Abril de 2001 e em 11 de Setembro do mesmo ano nos EUA.


Faleceu no dia 7 de Julho de 2006, em Cambridge, aos 60 anos de idade. As causas não foram confirmadas. Especula-se que tenha morrido por complicações relacionadas com a diabetes, enfermidade da qual sofria há anos, embora o jornal inglês The Guardian diga que a causa foi câncer. Apesar de seu funeral ter sido aguardado por inúmeros fãs, somente a família esteve presente na cerimônia.

Espero que tenham gostado dessa importante parte da história do Rock. Abraços e voltem sempre!!!

15 de setembro de 2008

David Gilmour - About Face


Algumas curiosidades sobre David:

Durante as crises musicais do Pink Floyd, passava o tempo tocando como músico de estúdio, produzindo discos e até deu uma de engenheiro de som de palco para uma enorme variedade de espectáculos, incluindo Roy Harper, Kate Bush, The Dream Academy, Grace Jones, Arcadia, Bryan Ferry, Robert Wyatt, Hawkwind, Paul McCartney, Ringo Starr, Sam Brown, Jools Holland, Propaganda, Pete Townshend, The Who, Supertramp (juntos criaram o êxito "Brother where you bound" do álbum com o mesmo nome), vários "supergrupos" de solidariedade e muito mais.

Lançou o seu primeiro álbum, "Epónimo", na Primavera de 1978. O seu segundo álbum About face foi editado em 1984. Em 2002 fez uma série de concertos acústicos a solo em Londres e Paris, juntamente com uma pequena banda e coro, e que foi documentado na edição de David Gilmour in Concert. Recentemente em 2006 lançou mais um trabalho solo, On An Island, considerado por ele o seu melhor trabalho em 30 anos. O disco contou com um elenco de nomes de ouro na música, os quais já conhecidos pela maioria dos fãs de Gilmour como o Guy Platt, Jon Carin e Richard Wright , além das participações de David Crosby e Graham Nash, e a co-produção do guitarrista Phil Manzanera.

No ano de 2008, Gilmour lançou o DVD Duplo "Remember That Night - Live at the Royal Albert Hall" que sintetizou os grandes shows deste seu, até aqui, último trabalho. Há mais previsões de lançamentos ainda no ano de 2008 de um espetáculo realizado na Polônia em comemoração aos 50 anos do partido Solidariedade. Assim como no Remember That Night, este disco traz raridades e clássicos do Pink Floyd.

Considerado por muitos um guitarrista de poucas técnicas, porém com uma pegada muito sentimental. Ele transmite ao instrumento tudo o que ele realmente quer que seja executado (isto é chamado pelos guitarristas de "feeling"). Foi inovador no uso de efeitos sonoros na guitarra. Conhecido também por improvisar solos ao vivo feitos com a boca, com uma técnica magnífica, fazendo sua guitarra cantar.

David possui, dentre muitas outras guitarras, uma Fender Stratocaster de cor creme que é considerada como sendo uma das primeiras unidades fabricadas deste modelo. Ele raramente a usa em shows, por considera-la muito rara e especial, além do receio de que seja roubada. Ele pode ser visto tocando com esta guitarra no show comemorativo do aniversário da Fender, em 2004. Em 2008 a Fender lançou uma Stratocaster, na sua linha "Artist Signature Series", com a assinatura de David Gilmour.

Casou-se por duas vezes. Com sua primeira esposa, Ginger, teve quatro filhos: Alice (1976), Clare (1980), Sara (1982) e Matthew (1985). Sua atual esposa é a jornalista e escritora Polly Samson. Casaram-se em 1994 durante a turnê The Division Bell. Tem neste casamento mais quatro filhos: Charlie adotivo (é filho de Polly e do poeta, ator e dramaturgo Heathcote Williams) e três biológicos: Joe, Gabriel e Romany.

Ao longo de sua vida, tem colaborado ativamente em muitas organizações de caridade. Colabora com entidades como: Greenpeace, European Union Mental Health and Illness Association e Anistia Internacional. Realizou um projeto habitacional para os sem-teto e portadores de deficiências mentais. Em 1996 foi induzido no Rock and Roll Hall of Fame com os Pink Floyd. Em Novembro de 2003 foi-lhe atribuída a Ordem do Império Britânico.

Algumas coisas simplesmente dispensam comentários. 2º álbum de sua carreira solo, lançado em 1984. Eu gosto muito de tudo que ele faz. Espero que curtam.

8 de setembro de 2008

Dave Meniketti - Boas influências, qualidade e competência!

Guitarrista principal e cantor/compositor da banda dos anos 70/80 de Hard Rock/Blues/Heavy Metal, Y&T. Continua viajando com eles de vez em quando e tocando sua carreira solo.

Nascido e criado em Oakland, California (12/12/1953), onde se tornou um ícone para os guitarristas de todo o mundo e uma lenda para os vocalistas/compositores da “San Francisco Bay Area” por mais de duas décadas. Talvez seja a diversidade de artistas que o influenciaram quando garoto (Jimi Hendrix, John Coltrane, Sammy Hagar, James Brown, Led Zeppelin) a grande responsável por suas variadas expressões tanto na guitarra quanto cantando.

Como líder na guitarra e nos vocais do Y&T, Meniketti vendeu mais de 4 milhóes de álbums ao redor do mundo, fravou 17 álbums e excursionou pelos Estados Unidos e ao redor do mundo. Seu estilo influenciou algumas das maiores estrelas do Rock e ao longo dos anos foi convidado para participar de várias bandas famosas, incluindo Ozzy Osbourne e Whitesnake. O ex-guitarrista do Mr. Bungle, Trey Spruance disse numa entrevista para a Kerrang! Magazine em 1991, que "... sem dúvida, Eu devo tudo isso (sua velocidade em tocar a guitarra) ao Y&T. Dave Meniketti é meu Deus."

Enquanto o Y&T deu uma pausa nas gravações e apresentações, Meniketti construiu seu próprio estúdio de gravação na sua casa, e gravou seu primeiro álbum solo, entitulado “On The Blue Side”, que mostra sua paixão pelo Blues. Mais tarde lançou um segundo trabalho entitulado simplesmente “Meniketti”.
É justamente o primeiro álbum que eu indico para download, excelente trabalho, original e razoavelmente desconhecido por aqui...

1 de setembro de 2008

Lynyrd Skynyrd - Comemorando seus 30 anos...

Com alguns altos e baixos, acho que vale a pena para qualquer fã da banda.
Ouçam e digam o que acharam! Espero que gostem.
Abraços!!

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Lynyrd Skynyrd - Um pouco de sua história...


Banda de southern rock americana. Alçou fama na década de 70 sob a liderança do vocalista e compositor Ronnie Van Zant até sua morte, juntamente com outros integrantes, em um acidente aéreo em 1977 em McComb, Mississippi.

O nome "Lynyrd Skynyrd" veio do professor de Educação Física de Ronnie Van Zant, Gary Rossington e Allen Collins, Leonard Skinner. O professor os suspendia por matarem aula para beber e tocar rock. A banda fez um show com o nome de "Leonard Skinner", mas posteriormente mudaram o nome para "Lynyrd Skynyrd".

O baixista Leon Wilkeson e o tecladista Billy Powell, ex-roadie, passaram a integrar o grupo em 1972, pouco antes do lançamento do primeiro álbum, Pronounced' lêh-nérd 'skin-'nérd. O disco foi muito bem sucedido, tendo os hits "Free Bird" e "Gimme Three Steps" como principais destaques. Foram convidados para abrirem a turnê do The Who nos Estados Unidos, ficando famosos em todo o país.

O segundo trabalho, Second Helping, saiu logo em 1974 e "Sweet Home Alabama", o carro-chefe, levou-os à conquista do disco de ouro. O baterista Robert Burns é substituído por Artymus Pyle e o próximo álbum Nuthin' Fancy trazia o clássico "Saturday Night Special", mantendo o Lynyrd nas paradas.

Após Gimme Back My Bullets, de 1976, mais algumas mudanças ocorrem na formação: o guitarrista Steve Gaines entra no lugar de Ed King, e as backing vocals The Honkettes são adicionadas, com Jo Jo Billingsley, Leslie Hawkins e Cassie Gaines, irmã de Steve.

Gravam o duplo ao vivo One More From The Road, um dos maiores sucessos comerciais de toda a carreira, e "Free Bird", em versão ao vivo, volta a estourar nas rádios. Aproveitando o bom momento, gravam o inédito Street Survivor, em 1977, que ganhou disco de ouro já no lançamento. As faixas "That Smell" e "What's Your Name" tornaram-se verdadeiros hinos na época.

Porém, quando tudo parecia que ia bem, um trágico acidente impactou a carreira da banda: No dia 20 de outubro de 1977, 26 pessoas, incluindo os músicos, roadies e tripulação, partiram em direção ao estado de Lousiana no avião particular da banda, um Convair 240. Apresentando falhas mecânicas (apontando que tenha sido a quantidade insuficiente de combustivel para cobrir a distancia), o avião caiu numa floresta perto de Mississipi. O vocalista Ronnie Van Zant e o guitarrista Steve Gaines morrem na hora, enquanto Cassie Gaines, sua irmã, com a garganta cortada de ponta a ponta, chora e agoniza até morrer no colo de dois dos músicos sobreviventes.

Apenas uma semana antes do acidente havia sido lançado o álbum Street Survivors que mostrava na capa a banda em meio a fogo. O disco foi recolhido pela gravadora e a capa trocada após o acidente, tornando-se a original uma raridade.

O acidente expôs o Lynyrd Skynyrd na mídia de uma maneira nunca antes vista, o que contribuiu para que os álbuns já lançados vendessem alguns milhares a mais de cópias. A gravadora MCA solta várias coletâneas no mercado e somente três anos depois, os sobreviventes do desastre aéreo formam um outro grupo, o Rossington-Collins Band, que não obteve grande repercussão.

Allen Collins decide então seguir em carreira solo, interrompida em 1986, após um grave acidente automobilístico que o deixou paralítico, vindo a morrer em 1990 de pneumonia. Foi lançado um tributo intitulado Southern by the Grace of God, com participações especiais do exímio guitarrista Steve Morse, além de Charlie Daniels, Jeff Carlisi e Donnie Van Zant.
Em 1991, se reúnem novamente e gravam o inédito Lynyrd Skynyrd 1991, com Johnnie Van Zant, irmão de Ronnie, nos vocais e com o trio de guitarras Ed King, Rossington e Randall Hall (ex-The Allen Collins Band). Mantiveram-se na mídia com os regulares The Last Rebel, de 1993 e Endangered Species, 1994, fazendo shows sempre com lotação máxima, mais pelo nome imortalizado no passado do que pelos álbuns dessa nova fase.

Em 1996, saiu o documentário Freebird...The Movie, com cenas inéditas da banda e toda a sua história. A gravadora MCA relançou recentemente o clássico ao vivo One More From The Road, de 1976, com 10 faixas extras, além de mais uma infinidade de coletâneas e ao vivos.

No dia 27 de julho de 2001, mais uma triste notícia para os fãs: o baixista Leon Wilkeson faleceu "de causas naturais", em Jacksonville, aos 49 anos. O Lynyrd Skynyrd estava em turnê com Ted Nugent e Deep Purple e planejava mais um álbum inédito.

A banda, porém, continua na estrada. No dia 14 de março de 2006, o Lynyrd Skynyrd entra para o Hall da Fama do Rock and Roll com direito a uma apresentação especial com a música "Sweet Home Alabama", executada por Bob Burns na bateria, Artimus Pyle na percussão, Ed King na guitarra e JoJo & Leslie (Honkettes originais) nos backing vocals. Além deles o vocal ficou por conta de Johnny Van Zant e Kid Rock.

21 de agosto de 2008

Magic Slim


O cara por si só é uma figuraça. A voz clássica é muito bem vinda. O Bluezão é de primeira e a falta de dentes na boca é de não ter comentários a fazer, huahuahauha... Espero que gostem!!

20 de agosto de 2008

Aí o cara sumiu...

Por onde anda o dono desse Blog???

Não se preocupem, logo mais, estarei postando coisas novas, alguns Blues bem interessantes, algumas bandas aqui da cidade (que fazem um trabalho bem interessante) e muito mais coisa...

Esse ''tempo'' é só pro pessoal dar uma aproveitada no material recentemente colocado (Rush), conhecer melhor a banda (que é a minha preferida) e também uma maneira de homenagear o trio que faz esse som ''de outro planeta''.

Abraços, continuem frequentando e aguardem!!!